terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Um pausa nos contos para as congratulações de Boas Festas...

Desejo a todos o leitores um Natal delicioso e um 2009 de realizAÇÕES!
Abraços

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Acordamos juntos mais uma manhã, e voltei pra casa. O R. é minha inspiração, um tesão em mim (e eu nele!), uma delícia de companhia e amante, mas ele não é minha vida. E eu tinha algumas coisas pendentes. As festas de fim de ano estavam chegando e tinha que me organizar com os presentes e com a viagem pra minha cidade natal. Com a correria do fim do semestre passei uns dois meses sem visitar ninguém da família (saudade). Sem contar que as festas de Natal sempre passo em Garanhuns, junto com toda a família, pais, irmãos, tias e tios, sem esquecer, é claro, dos primos. O beijo e a paixão repentina por aquele moreno sarado (de tantos posts anteriores) me deixaram inebriada, não posso negar; mas também não posso esquecer que não assumimos nenhum compromisso e dificilmente assumiríamos, a profissão dele exige, e a minha diversão ordena: nada de laços! E os meus primos são os 'meninos' (modo de dizer, o mais novo tem a minha idade) mais bonitos daquele interior, além de sarados e deliciosos eles têm amigos que arrancam suspiros com aquele jeitão 'matuto' (como dizemos aqui, rs). Então, não precisava de nenhum compromisso, aliás, só de um, com os meus desejos...
Depois de tudo pronto; peguei a estrada... e em algumas horas já estava em casa. Todos estavam reunidos na casa da fazenda e depois de matar a saudade com os pais e os irmãos, vi o quanto meus primos tinham 'crescido', minhas primas estavam bem também, mas o meninos estavam muito bem. O Rogério, o mais velho, beirava os 30 e só pensava em diversão; moreno, alto, olhos claros, super sarado e simpático, tinha qualquer mulher que quisesse, era a inspiração dos mais novos, rs. O Arthur, Flávinho e o Zé eram o trio 'parada dura', lindos, o Arthur era o mais novo, tinha a minha idade, o Flávio, era irmão do Rogério (Gerinho), e seguia na mesma linha que o irmão; o Zé tinha um jeitão de menino e era o irmão mais velho do Arthur, estava concluindo a faculdade de Engenharia e estava a cada dia mais gostoso. Comprimentando-os e ouvindo as novidades, avaliei bem a 'família' e imaginei logo um ménage; eu, no meio daqueles meninos saborosos...
- Nossa prima, você está a cada ano melhor - o Arthur me rodopiou e assobiou, me roubando um sorriso encabulado
- Concordo com o Arthur - Flavinho falou e o Zé concordou com a cabeça e um sorriso. O Gerinho apenas me olhava, e nossos olhares se encontravam um no outro, ele tinha sido minha paixão quando éramos (bem) mais novos, e até rolaram alguns beijinhos, mas nada além, ele me dispensou, me achava nova demais... Os anos passam, as coisas mudam, mas o Natal é sempre festa!

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Agradecimentos

Mais uma vez obrigada as Meninas Maldosas por mais um selinho, o Prêmio Dardos. Obrigada!


Aviso:

Caso não volte antes das festas, Feliz Natal a todos!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008


Perdi os sentidos. Perdi a noção do tempo. Me perdi nos lábios do R. Foi como se o mundo tivesse parado ao redor de nós e mais um dia eu perdi a hora de ir para casa. Parece que os lábios dele eram tudo que precisa a partir de então...
Nos beijavamos hora como um casal de recem-casados, apaixonados; hora como um casal de amantes enlouquecidos, selvagem. Os lábios dele tinham gosto de... 'não sei o que', mas era o único gosto que eu estava disposta a sentir. A cama voltou a nos abraçar e nos abraçamos por longas horas, aos beijos e só beijos. A noite já estava chegando e não foi difícil ver a lua que brilhava na janela, ficamos abraçados, silenciosos e quietos durante algum tempo. De súbito, me sentei na cama, o R. me olhou surpreso:
- O que foi? - ele perguntou
- O que está acontecendo?
- Como assim?
- Conosco... tudo isso. O beijo, os beijos ne? - o interroguei
- Você não gostou? - ele me olhou fundo nos meus olhos, minha resposta era mais que uma avaliação
- Gostei - respondi, ele sorriu - mas não entendi, pensei que...
- Shhh - ele me pediu pra calar - não fala mais nada, só fica comigo esta noite!
Percebi que a partir de agora era muito mais que sexo, desejo ou tesão. Estavamos apaixonados. Conscientes, mas completamente apaixonados. Nua, deitei sobre seu corpo, ele ajeitou meus cabelos, me acariciou o rosto e nos beijamos novamente. Ele sabia que eu ficaria ali o tempo que ele quisesse (enquanto eu também quisesse). Deslizei minha lingua por seus lábios, e o queixo em seguida, mordi; ele gemeu. Me apertou contra seu corpo enquanto me beijava o pescoço... desci beijando-o todo o corpo, peito, barriga, até chegar ao seu membro, rijo desde muito tempo. O R. tinha um controle incrível, a experiência da profissão o tornou um 'senhor do prazer'. Chupei a cabecinha do seu cacete, quente e latente, delicioso. Olhei fixamente para ele enquanto subia e descia com minha boca no seu pau cada vez mais duro. Ele olhava, gemia, se contorcia...
- Aaah... gostosa! Continua! - mandava aos urros e sussurros
Eu nada dizia, apenas não tirava meus olhos dos seus, chupava todo o membro, da cabeça a base, sentia a corpo dele tremer, me olhava enlouquecido e eu já estava louca por vê-lo com tanto tesão. Seus olhos saltavam de desejo e prazer, e eu não parava com os movimentos, de cima a baixo eu sentia todo o seu gosto... Ele suspirava, gemia, urrava! Tão logo eu estava intensamente lambuzada com seu gozo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

(...)³

Ando suspirando pelo R. e não preocupo em saber se é paixão, amor, tesão, ou tudo junto. Apenas sei que estar com ele é simplesmente maravilhoso em relação ao carinho e tesão. Mergulhei em seu corpo, braços e membro todo o dia. A noite chegou rápido, o tempo é realmente relativo; e não consegui voltar pra casa. Acordei rodeada por braços fortes e bronzeados na manhã seguinte. Mal acreditei!
Fechei os olhos novamente, aquele momento parecia tão especial... Que não quis quebrar nenhum dos encantos, nem pra mim, nem para ele. Foi aí que entendi que aquele que estava comigo não era o R. Garoto de Programa, mas sim o R. Homem. Fiquei quietinha em seus braços por pelo menos mais meia-hora, quando senti que ele se levantou cuidadosamente para não me despertar... Eu que estava sonolenta o suficiente pra sentir, e o suficiente pra não levantar continuei a desfrutar da sua cama macia. Não sei bem quanto tempo se passou, mas ele me acordou com um café da manhã suficientemente nutritivo. Fiquei imensamente encantada... Pareciamos um casal apaixonado, namorados, o qualquer coisa do tipo.
- Como vou te agradecer? - perguntei lisonjeada
- Comendo ne?! - ele brincou
Sorri. E comi. Ele estava lá, me olhando fixamente, não como de costume, mas diferente. Parecia encantado, apaixonado e já estava me deixando envergonhada (rs). Terminei o café, fui ao banheiro, tomei banho e já estava me arrumando pra ir embora. O sol já esquentava a praia e o dia prometia ser ainda mais quente.
- Aonde você vai? - ele perguntou
- Pra casa ué - respondi
- Mas por quê?
- Hã? - fiquei sem entender, pensei que ele quisesse um pouco de folga
- Eu quero ficar esse dia inteiro contigo também. Você não quer? - parecia criança pedindo doce
Sorri. Fiquei por dois segundos sem palavras quando percebi o quanto ele me queria por perto...
- Fica comigo! - ele pediu
Não resisti àqueles olhos castanhos e brilhantes.
- Tem como resistir a você? - perguntei com um sorriso
- Receio que não - ele mordeu os lábios, me puxou pra perto. Me beijou a nuca e foi percorrendo meu corpo com seus lábios; a cada beijo um pouco da roupa era tirada. Dessa vez, nada de pressa. Tudo com tanto carinho, seu toque, seus lábios em meus seios, seus dentes e língua por meus mamilos... suspiros ele me arrancava enquanto suas mãos tiravam o resto de roupa que faltava. De pé, ele foi se abaixando até me beijar inteira e me despir completamente. Voltamos para o quarto, a cama, ainda desforrada, nos esperava... deitei e ele logo veio por cima me acariciando, beijando, tocando, lambendo, chupando e arrancando o resto de oxigênio de mim. Mal sabia o que fazer, deixei ser guiada. Colocou a camisinha, me introduziu seu membro, duro, forte, mas carinhosamente... Seus movimentos, estavam diferentes, o R. sempre me deu muito prazer, mas aquele momento ali tínhamos muito mais que isso.
Senti seu corpo estremecer sobre o meu e sob o dele eu me sentia completamente dominada por seu carinho, seu olhar, seu cheiro. Me beijou os seios, enquanto me penetrava; subiu com os lábios por meu colo, pescoço, queixo, sentia sua respiração, ofegante, instigante. Me olhou nos olhos, e me beijou a boca, gozamos...



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Aos leitores:

Estou nos últimos dias de provas e em breve poderei postar com mais freqüencia. Grata a presença dos que tem vindo! Uma coisa: alguém poderia me informar se a atualização do meu blog está aparecendo na 'lista de blogs' de vocês? Beijos

terça-feira, 18 de novembro de 2008

(...)²


Ai ai... não saberia começar de outro jeito, que não fosse um suspiro. O R. arranca meu folêgo!
Ele conduzia a situação diligentemente e eu sentia mais tesão a cada novo passo seu... Depois de recuperados do "bom dia" que nos demos, vestimos a roupa, peguei minha bolsa e parti com ele, de carro, para a praia de Boa Viagem. Deixei o carro no condomínio do R. e passeamos na orla como um casal de namorados. Ele me olhava apaixonadamente enquanto eu me deixava olhar por aquele moreno simplesmente lindo. Era como se o mundo tivesse parado a nossa frente e nada mais importava, a praia estava vazia; apesar do verão já batendo à porta e do céu completamente azul, dia de terça-feira não é bem um dia de ir a praia. Paramos num quiosque e pedimos água de coco. Eu olhava para o mar e o R. olhava para mim. Puxou minha cadeira pra perto e mordeu minha orelha. Ui! - suspirei. Ele sorriu e eu fiquei hipnotizada por aqueles dentes perfeitos, aquela boca... ai ai. Ele voltou a minha orelha e perguntou: - Que tal um banho de mar?
Eu sorri, e concordei com a cabeça.
A água estava geladinha àquela hora do dia, o que aliviou o calor que fazia no Recife. As ondas não passavam de pequenas marolas que chegavam até nós de mansinho. Estava tão extasiada que apenas a sua presença era o suficiente pra me deixar transbordando de tesão. Ele passou seus braços por minhas costas e foi descendo com as mãos até chegar a calcinha do biquini, puxou-a para o lado e colocou seus dedos entre meus lábios, os grandes. Com a outra mão ele acariciava minha nuca, meus seios, minhas costas e barriga. Puxou o sutiã pro lado e começou a chupar meus mamilos, meus seios são bem volumosos, e ficaram completamente a mostra... Algumas poucas pessoas passavam, paravam, olhavam, mas não conseguíamos parar. Estava a cada instante mais excitante. Sem camisinha, não pudemos passar disso. O sol foi esquentando e a 'fome' ficando forte, não precisamos de palavra alguma, voltamos ao flat do R. sem dizer nada.
Dentro do apartamento nos atacamos como se nada tivesse acontecido mais cedo... Nos comemos! Uma transa quase selvagem, ou praticamente; nada de preliminares, fomos logo aos pontos finais, a fim de começar logo uma nova 'frase'. No chão da sala ele me pegou no colo e eu cavalguei gostoso naquele cacete suculento. Nossa! O R. é impagável. Todo o prazer que ele me dá não pode ser pago... delicioso!
Ele mordeu, chupou, lambeu, beijou-me os seios, o colo, a nuca, o queixo e eu delirava a cada sobe-desce sobre seu corpo, sobre seu mebro, duro, latente... gostoso! Gozamos, juntos; mais uma vez. Sentia seu corpo quente sob o meu, ficamos deitados no chão por uns minutos. Mas aquilo ainda era apenas o começo...
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Pedido:
Quem puder me ensinar a editar as configurações do meu blog para que a sua atualização possa aparecer na 'lista de blogs', favor pronuncie-se! Obrigada! Autora ainda em provas :( Abraços a todos

terça-feira, 11 de novembro de 2008

(...)



Assim como previ, o R. se animou cedo. Beijou-me a nuca e eu suspirei! Me envolveu em seus braços e me colou contra seu corpo, tão perto que eu o podia sentir latejar em meio as pernas. Estava claro que aquele dia seria nosso; só nosso.

Se ele quis me surpreender com aquele beijo sexy e a pegada forte na entrada, eu consegui um efeito muito mais surpreendente, quando ele, no sofá, sobre mim, colocou a mão entre as minhas pernas por baixo do vestido e não achou calcinha, somente minha xana quente e molhada. Seus olhos brilharam e seu corpo todo suspirou, estava enlouquecido de tesão.

- Você é uma safada! - sussurrou próximo aos meus lábios

- Adoro quando você me chama assim... - eu suspirei mordendo os lábios

Ele sorriu, e enquanto me masturbava, eu gemia baixinho deixando-o mais excitado. Continuou a me masturbar com suas mãos, e começou a me beijar por cima do vestido. Desceu pelos seios, mordeu-os; passou pela barriga, umbigo e em seguida, quando pensei que ele abocanharia minha buceta, ele levantou o vestido, continuou com as mãos lá. Lambeu e mordiscou minhas coxas. Eu suspirava, ansiosa pelo próximo passo...

Ele voltou ao meu pescoço, orelhas, queixo; beijava, sugava, mordia e eu enlouquecia quase implorando para que ele me comesse logo. Levantei do sofá. Ainda estava vestida... Me dirigi a porta, tranquei-a; com a 'entrada' do R. só deu tempo de bater a porta, e eu não esperava mais ninguém pr'aquele dia. Em frente a porta, tirei o vestido, olhando nos olhos dele que me observava como que planejando a próxima investida. Nua, me aproximei dele, sentado, me olhava de baixo... Sentei no seu colo, de frente, e dessa vez eu o beijei a nuca, tirei sua camisa; ele me olhava apenas esperando minhas ações, eu abri sua bermuda, tirei seu cacete, intensamente duro, para fora. Comecei a roçar nele, enquanto o R. suspirava próximo aos meus lábios... A cada encontro nosso eu me descobria mais contida do que esperava, até agora não sabia como não tinha tascado-lhe um beijo. Aquela sua boca, aparentemente, deliciosa, carnuda, parecia ter sede de mim muitas vezes, mas eu pensava rápido o suficiente para sempre lembrar das instruções que ele me passou no 1º encontro.

Levantei. Ele levantou. Terminei de despi-lo e logo estavamos no meu quarto, e quanto mais próximos estavamos, mais espaço parecia haver entre nós. Nos apertamos um contra o outro e quase ficamos sem folêgo. Ele colocou a camisinha imediatamente, e colocou o seu pau dentro da minha xana com carinho e força, ao mesmo tempo... Se movimentava de um jeito tão gostoso, que eu, muitas vezes queria que meu gozo demorasse mais ainda pra chegar, seu corpo sobre o meu, seu cacete dentro de mim, tudo parecia tão encaixado (e na verdade estava). Não demorou muito, ele gozou. Gemeu e me fez gemer de prazer... Com aquele seu jeito de menino e homem, me olhou nos olhos e falou: - O dia está apenas começando!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Na caixa de entrada...

(Foto: Jan Hronsky)

"Olá minha linda
Tudo bom?
Já nem me lembro mais do teu cheiro, do teu toque, do teu corpo...
Quero te encontrar de novo, e logo!
Ás 15hrs te ligo. E não aceito 'não' como resposta.
R."

Olhei pro relógio, eram 14:45. Sorri. Lembrei de nós e do nosso último encontro. O R. é minha alma gêmea do sexo e por vezes, quando paro pra refletir, sinto-me como que apaixonada por ele. O desejo se fez presente imediatamente, mas confesso que pensei tempo suficiente (15 minutos) pra decidir que não nos veríamos naquela segunda-feira. O Henrique sugou minhas forças, e eu queria poder me dar inteirinha pro R.
15 horas em ponto o celular toca. Eu sabia bem quem era...
- Alô
- Oi minha gostosa
- Oi
- Leu meu email?
- Li sim, estava só te esperando
- Huum - ele parecia sorrir - então posso te ver hoje?
- Hoje fica um pouco ruim pra mim, mas...
- Mas? - ele parecia ansioso
- Amanhã você trabalha?
- Não, entrei de férias
- Aaah, ninguém me disse nada...
- Fala! Amanhã? - ele relamente parecia ansioso
- Bom, estava pensando se pela manhã... - ele me interrompeu de novo
- Está ótimo pela manhã, mas você vai passar o dia todo comigo?
- Nossa! - eu não me controlei, pensei alto demais (rs) - Você quer?
- Quero sim! Você todinha! Num dia inteiro! Só minha - ele parecia estar morrendo de desejo e isso me deixou enlouquecida.
- Tá bom! Então eu te encontro ou você me encontra?
- Eu te encontro!
- Tá! Estou a sua espera!
- Ótimo! Beijos minha linda.
- Outros
Desligamos.
O desejo do R. me deixou animadíssima. Passei o resto da tarde descansando. Afinal, o próximo dia prometia. Várias fantasias passaram por minha mente. Lembranças dos encontros anteriores e vontades para encontros vindouros... Preparei a casa. Pela voz e palavras suas, o R. parecia querer 'começar' cedo. Deduzi que devia esperar que algo acontecesse ainda no meu apartamento. Arrumei tudo, chequei a dispensa - tudo certo! Separei roupas e langeries variadas. Por mais fantasias que rondassem a minha mente, ainda não sabia o que o R. esperava e planejava.
Fui dormir cedo. Ainda estava me recuperando da 'ressaca' que o Henrique me deixou. Mas, pela manhã, acordei renovada, novinha em folha. Tomei um super banho, refrescante, delicioso e demorado. Olhei-me no espelho, nua. E pensei se não era melhor receber o instrutor despida de qualquer adereço, assim, como estava no espelho... (?!?) Decidi pôr um vestidinho leve, curto e fluído. Contudo, sem nenhuma peça íntima por baixo. Mordi os lábios só de pensar no tesão do R. ao me 'pegar' daquele jeito... (huum!)
O dia estava quente e eu estava aproveitando a visita do sol a minha varanda. Eram 9 horas da manhã quando o interfone tocou... era ele, o R. Que não demorou mais que 5 minutos pra tocar minha campainha. Abri a porta. Ele me puxou pra perto e me beijou a nuca...

sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Acordei com uma música tocando. O Henrique tinha gostos bem diferentes dos meus. Nos entendíamos no bom humor e na cama (claro!). Aquela música era meio estranha, mas tudo bem. Levantei, fui até o banheiro, lavei o rosto, ajeitei o cabelo; meu corpo nú sentia o calor que já fazia àquela hora da manhã. Dispensei qualquer tipo de roupa; nua, fui até a cozinha ver o que o Henrique preparava. Só de cueca, olhava pro meu armário aberto, não sei bem o que escolhia, só sei que não achou. Fechou e quando se virou deu de cara comigo, parecia ter tomado um susto, mas logo me abraçou passeando com suas mãos por meu corpo.

Eu tenho estatura mediana, mas nos braços do Henrique eu me perco. Ele é enorme. Fico excitada só de lembrar da sua 'grandeza'. Tomamos café juntos e assim foi durante todo o fim de semana, ele só foi embora na segunda e direto pro trabalho. Ficamos trancados no apartamento todo o domingo, e trancados um dentro do outro várias vezes ao dia. Confesso o quanto sou folgosa, mas o Henrique é insaciável. Tive que renovar meu estoque de camisinha assim que ele me se despediu, não que eu fosse sair por aí usando com qualquer um [o que não é má idéia!], mas proteção nunca é demais.

Ele me deu o prazer de um final de semana caseiro, e eu dei tudo de mim pra ele. Suas mãos [enormes] me submetiam enquanto ele me metia entre as pernas aquele seu cacete grandioso. [Suspiro!] E se tem algo que esse grandão faz bem é usar seu pau pro meu prazer. Quando me beija inteira e passea por meu corpo com suas mãos fortes, me enlouquece, me excita, me deixa fervendo de tesão. Lembro que quando conheci o Henrique, antes das festinhas do Márcio, pensei que estivesse apaixonada, mas percebi que era só desejo e desde então não há um encontro nosso que não acabe na cama.

Pensando bem, teve sim, mas aí acabamos no carro... Delícia! Não dá pra esquecer daquele encontro... Não sei como, já estavamos no banco de trás, eu sem calcinha, ele sem calça; minha boca no seu membro e a boca dele na minha xana, nunca tinha provado um 69 no carro, [huum] foi delicioso. Desde então, não há encontro nosso que não role sexo. Sinto uma atração inexplicável pelo Henrique e só em vê-lo já me sinto excitada, acesa e louca para prová-lo de novo.

Na segunda, quando cheguei das 'compras' vi que tinha email na caixa de entrada... Era ele, o R.

Assunto: SAUDADES


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Aos leitores:

Peço que me desculpem pela falta de posts. Mas posso explicar... A autora está entrando em épocas de provas e trabalhos da faculdade, ou seja, o tempo ficou bem mais reduzido, sem falar que a inspiração se esvai quando a pressão dos estudos chega. Mas sempre que possível estarei atulizando. Abraços a todos

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

festinha particular...


Ele me pegou pelo cabelo, já dentro do meu apartamento. Me colocou contra a parede de costas, subiu meu vestido (novamente!), beijou a boca, a nuca, as costas. Apertava minha bunda com vontade, desejo, tesão... Eu suava, gemia e implorava por mais prazer. O Henrique não é grosso, mas é grosseiro e aquele homem enorme me subMETENDO daquele jeito me deixava ainda mais enlouquecida.

De repente a minha campanhia toca. Quem poderia ser? - pensei. O Henrique implorou:
- Abre não!
Eu não respondi, apenas baixei o vestido e abri a porta. O Henrique ainda estava se recompondo quando a Renata e Erick estava à porta. A Renata era uma loira linda, e o Erick um moreno sarado, não tão grande como o Henrique, mas tão gostoso quanto... Eles eram convidados da festa do Márcio e certamente viram a animação minha e de Henrique quando saímos de "mansinho" (rs).
- Ué! Vocês não vão voltar pra festa não? - a Renatinha perguntou
- É, todos estão esperando vocês - completou o Erick
- Estamos fazendo nossa festinha particular - o Henrique deu a resposta que eles esperavam e continuou - vocês não querem ficar por aqui não?

A Renata olhou pro parceiro e mordeu os lábios, ele acenou positivamente com a cabeça e decidiram ficar.

- Vou pegar algo pra beber - eu disse

Da minha cozinha deu pra ver a imediata pegação do Henrique e Renata, fiquei com mais tesão ainda. Achei uma champagne e fui separar as taças. O Erick me pegou de surpresa, por trás...

- Ui! - suspirei
Ele me colocou em cima do balcão da pia e começou a me beijar, passeou pelos meus seios com aquela sua língua molhada, gostosa, faminta. A Renatinha já estava cavalgando no Henrique quando eu e o Erick saímos da cozinha com as bebidas... Coloquei a garrafa e taças na mesa de centro, enquanto o Erick me apalpava toda.
Eu o empurrei na minha poltrana e segui o exemplo da Renatinha, que no sofá, já fazia o Henrique urrar de tesão. Comecei a cavalgar no Erick, ele parecia faminto; o seu membro estava duro que eu podia senti-lo latejar lá dentro. E de lá só saíria quando estivesse satisfeito... Nada demorou muito, em me ver com Erick e pela performace da Renata o Henrique logo gozou, os dois se beijavam e nos olhavam como quem assisti filme pornô. Mal terminaram, já estavam ardendo em tesão novamente. Eu cavalgava no Erick que me olhava como se somente nós dois estivessemos ali. Comecei a rebolar no seu membro e ouvi o Henrique comentar:

- Ah não! Assim eu vou me matar de tesão aqui

A Renatinha sorria. Saber que eles estavam animados me deixava enlouquecida... Adoro dar tesão! Os olhos do Erick brilhavam não sei se de tesão, desejo ou paixão; apenas sei que ele gozou urrando e me empurrando contra seu (cacete) corpo.

- Nossa! Você é muito gostoso - eu suspirei
O Erick mordeu os lábios. Bebeu um gole de champagne e nós quatro nos olhamos. Ficamos alguns segundos em silêncio, apenas nos olhando. A Renata era uma safada, ficava com homens e mulheres, o Erick era seu parceiro há algum tempo e ela adorava dividi-lo e ser dividida... Eu me levantei nua, a lua brilhava na minha varanda e a noite tinha apenas começado. Os três me olhavam esperando o que eu faria.

- Sigam-me - eu indiquei o caminho do quarto.

Minha cama king size esperava branca e limpa por nossos corpos... Passamos uma noite inteira entre beijos, mãos, línguas e membros. Lembro da Renatinha sendo penetrada duplamente pelo Henrique e Erick (ainda não sou adepta, mas admiro quem é), me deliciei com a imagem. Dava pra ver nos olhos dela o tesão daquele momento. Os meninos então ficavam mais duros a cada penetração. Claro que não podia esquecer da chupada que ganhei do Henrique enquanto eu mesma chupava o Erick... Huum! Fico molhada só de me recordar...
Pela manhã, a Renata e o Erick já tinham ido embora; acordei (com fome) ao lado do Henrique...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

enfim, festa!


A 'animação' do Márcio me fez querer que a festinha chegasse logo. Mal podia esperar para ver os outros meninos, principalmente o Henrique. Separei um conjunto de langerie vermelho e preto, rendado e minúsculo. Vestida de vestido curto e de tecido leve quando fui bater na porta no Márcio já eram quase 11 horas da noite.

Qual não foi minha surpresa quando fui recebida na porta pelo Henrique; junto com seu sorriso encantador me deu um abraço mais que afetuoso, excitante... Entrei e já podia ver as duplas, trios e quartetos formados por todo o apartamento. Cumprimentei a todos. Os meninos eram lindos, alguns já conhecidos e outros doidos por me conhecer (e eu, conhecê-los). As meninas então, cada uma tinha uma beleza peculiar, algo lindo e único. O Márcio já estava agarrado a duas, sóbrio e excitado. Todos podiam enxergar nos olhos (e corpo) dele.

O Henrique se dirigiu até mim com duas taças de vinho tinto. Falamos coisas do dia-a-dia como as provas da faculdade e o novo emprego dele, mas o seu olhar passeava pelo meu corpo como pronto pra 'dar o bote' e eu me excitava toda com aquele jeito dele. Grande, forte e gostoso. Quando você olha pro Henrique são esses 3 adjetivos que passeam pela mente. Mas quando você conhece... (ui!) você passa a achar que seu vocabulário é limitadíssimo para os que ele merece. No nosso último encontro, faltou palavras e sobraram gemidos.

Enquanto ele me comia com os olhos, eu lembrava da festa em que ficamos. Que belas lembranças!

- No que você está pensando? - ele quis saber

- Nada - olhei em seus olhos

- Eu conheço esse teu 'nada' - mordeu os lábios

- Então por que não me tira daqui? - pedi

Ele me pegou pelo braço, me empurrou contra a porta da área de serviço e me beijou. Aquela sua língua... rija e gostosa! Logo senti seu pau ereto querendo pular pra fora da calça. O agarrei com minha mão enquanto as mãos do Henrique arrancavam minha calcinha... Abri a porta da área que dava acesso ao corredor, ao elevador de serviço e as escadas.

Puxei o Henrique pras escadas e o sentei no degrau, ele me olhava excitado, parecia faminto; estava ofegante e eu estava enlouquecendo de tesão. Ele tinha uma pegada forte, mas sem ser grosso. Me colocou no patamar (aquele degrau maior e mais largo) e acariciava meus seios e xana simultaneamente. Eu olhava em seus olhos cheios de desejo. E gemia baixinho. O Márcio era querido em todo o prédio, mas suas festas sempre geravam reclamações depois. E não seria eu que complicaria a situação do rapaz, ne?

Continuava a me controlar enquanto o Henrique controlava a situação; ele é do tipo de homem que gosta de dominar na cama e eu adoro a forma como ele me submete. E mete, como mete bem... colocou a camisinha rapidinho e logo começou a socar aquele cacete grande, grosso e gostoso. (Ui!) Eu continuava controlando meus gemidos, a adrenalina daquele momento nos deixava ainda mais excitados... a qualquer momento poderíamos ser pegos. E toda essa 'agonia' nos fez chegar ao orgasmo mais rápido. Assim como o Henrique e como o seu cacete, o clímax foi forte e gostoso! Suados, no chão da escadaria pedi:

- Pro meu apartamento!

- Já - ele me colocou de pé e entramos no elevador.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tesão!


O Márcio passou a semana me aperriando o juízo e corpo. Nem parecia o 'amigo comprometido' de semanas atrás. Dois dias antes da reuniãozinha, foi até meu apartamento. Uma surpresa, eram 10 da manhã, sem aula na faculdade aquele dia; eu tinha acabado de acordar, ainda tava de pijama (um mini-short de algodão e uma blusinha também de algodão, sem sutiã e calcinha). Nem deu tempo de perguntar o que ele queria, foi logo entrando. Me olhou dos pés a cabeça e disse:
- Bom dia! - Me empurrou contra a porta e começou... Eu estava sonolenta ainda, ele não me deu tempo nem de entender a situação. O Márcio é um gatinho, gostoso e inteligente. Há uma atração enorme entre nós dois, eu sei o quanto eu sou desejável aos seus olhos e ele sabe o quanto pode ser desejável para meu corpo. Mas essa de me procurar pela manhã eu não esperava. Ainda tinha o R. na cabeça, e em muitas vontades. Mesmo assim, não pensei em dispensa-lo. Eu podia sim, usar seu 'defeito' (a pressa) a meu favor...
- Calma - eu disse me afastando - o que há com você?
- Vontade! Desejo! - ele me sentou no sofá, sentou ao meu lado e sussurrou - Tesão!
Deu pra sentir seu corpo suando de desejo, seus olhos brilhando de vontades. E se tem algo que me excita é ver um homem excitado, ainda mais se EU for o motivo. No caso do Márcio não sabia se isso era saudade da namorada ou vontade de mim, mas no caso dele eu não queria mesmo saber.
Deixei ser beijada, mordida e comida. Àquela hora da manhã foi a melhor coisa que podia acontecer. Ele tem um jeito muito gostoso de me fazer chegar ao clímax. Nos beijamos, e que beijo bom ele tem; de encaixe praticamente perfeito. Ele me pegou de um jeito delicioso, colocou meu shortinho de lado e enfiou sua mão na xana já enxarcada. Deu uma mordida nos lábios ao sentir o 'estrago' que estava fazendo. Tirou a bermuda e ficou por cima de mim, no sofá. Peguei a camisinha na gaveta da mesinha do telefone, é bom sempre ter a mão (rs). E eu mesma coloquei naquele pau grosso e grande, vermelhinho, delicioso. Sem perder tempo ele começou a enfiá-lo em mim.
- Hum - suspirei, mordi os lábios, fechei os olhos e desfrutei do momento. Só sentia a respiração ofegante do Márcio no vai e volta, seus gemidos ao sentir que pompoava em seu membro e seus olhos cheios de tesão me deixavam ainda mais safada (essa é a palavra!). Ele beijou meus seios, mordiscou, chupou e me fez suspirar ainda mais. Aquela parte do meu corpo realmente o chamava atenção. Não demoramos muito, ele gozou. Continuou a me atiçar, beijar, me masturbar e eu tão logo, gozei. Apesar dele saber como me deixar na vontade, não me deu vontade naquela manhã. Tomamos café da manhã juntos, nos beijamos, acariciamos, mas não repetimos a dose. Ele me queria na festa, não sei ao certo se me queria. Lembrava-me bem das amigas do Márcio, todas lindas, realmente chamavam atenção. Ele não perderia a oportunidade, e nem eu permitiria.
Na verdade, eu estava pensando no Henrique, um dos amigos dele. Um moreno, alto, delicioso. Esse me deixou na vontade na última festa e sei que a recíproca existia. Ele tinha uma pegada gostosa, um homem forte, gostoso. (Ui!) Me sinto excitada só de pensar. E o Márcio tinha me confirmado que ele iria, e que tinha perguntado por mim quando entrou em contato. Fiquei muito animada e mal podia esperar pra provar daquele mastro enorme novamente.


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Agradeço:
Ao Casal que se Ama, que me presenteou mais uma vez com esse carinho.

Conceito: "Ele representa os blogs que primam pela criatividade e originalidade. Afinal, copiar é assinar atestado de limitação intelectual e de criação."

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

tomo um banho de ...


Comemos e nos comemos de novo. Aquela foi a tarde mais faminta dos últimos tempos, e uma das mais gostosas também. O R. tem um jeitnho encantador que me faz derreter inteira, seu olhar, seu toque, seu cheiro, seu beijo (no corpo!) me faz desejá-lo a cada encontro mais.

Passamos a tarde na cama, e quando dei por mim já estava escurecendo, nem senti o tempo passar. O celular do R. tocou. Ele foi atender em outro cômodo, eu sabia que era outra cliente. Como não pretendia passar a noite lá, resolvi que aquela era a hora de ir. Estava no chuveiro da suíte, quando ouvi o R. voltar pro quarto, ele me viu no chuveiro e quis falar:

- Era só o ... - eu interrompi
- Não precisa dizer nada! Eu tenho a minha vida, você tem a sua. Por que vamos nos preocupar com isso?
Ele concordou com a cabeça e me abraçou embaixo do chuveiro. Tivemos uma despedida BEM molhada. Me beijou inteira, me masturbou enquanto eu também o masturbava, seus dedos dentro de mim, minha mão no seu membro cada vez mais duro. Abocanhei-o, e senti ele latejar entre meus lábios. A água que caia do chuveiro tornava tudo ainda mais gostoso, e molhado! Ajoelhada aos seus pés, ele gozou, me lambuzou toda. Voltei ao banho (com sorriso rosto). Ele fez questão de enxugar cada centimetro do meu corpo, o que na verdade me deixou mais molhada ainda. Ele parecia querer me deixar na vontade, aquilo era um "volte sempre" dos melhores, e minha buceta molhada parecia já dar a resposta.

Paguei, ele parecia não querer receber, mas recebeu. Um profissional daquela categoria merecia cada centavo de quanto cobrava, ainda mais o R. que me dava um prazer que mal pode ser descrito. Que me deixa de pernas trêmulas só de lembrar.

Peguei um táxi e voltei pra casa.
O R. tinha realmente me deixado excitada e eu ainda estava ardendo de tesão. Entrei no meu MSN afim de encontrar um dos meus amiguinhos, quem sabe uma transa virtual não me animasse o suficiente pra usar o vibrador que tinha comprado há algumas semanas. Qual não foi a minha surpresa quando o Márcio (lembram do Márcio, o amigo engenheiro-ex-flerte-hoje-comprometido?), veio logo me perguntando sobre se eu ia ou não pra festinha. As festinhas do Márcio eram bem animadas, cheia de mulheres e homens bonitos. Geralmente acabava em orgia. Eu já participei de pelo menos 3 dessas, em duas delas me tranquei no quarto do Márcio com um de seus amigos, o Eduardo na primeira, um loiro dos olhos claros, sarado, e com uma pegada selvagem, gostosa. Foi bom, mas o segundo foi muito melhor; o Henrique, moreno, alto, sarado também, mas muito mais gostoso. Esse deu vontade até de repetir, mas não deu. Na terceira festa deixei os quartos pra trás e fiquei na sala mesmo, onde rola o que realmente importa. Naquela noite dei e recebi um prazer descomunal, foi inequecível. Até o Márcio tirou uma casquinha (e que casquinha!).

Enquanto o Márcio ia me falando sobre quem estaria lá, eu ia me lembrando do quão gostosas são essas festinhas.
"Eu topo" - respondi sem nem olhar a lista, já estava excitada o suficiente.
"Que bom, minha namorada estará viajando" - ele disse
"Huum, então me chamou com segundas intenções?"
"Certamente" - respondeu e continuou - "eu já tava com saudade"
"Hum"
"Você sabe o quanto eu te acho gostosa"
"Sei?"
"Sabe sim!"
Sorri, eu sabia mesmo. O Márcio precisava de um controle sobre-humano pra resistir a mim e olhem que eu não precisava fazer nada. Ele continuou:
"Se você quiser eu vou até o seu apartamento agora" - ele instigou, mas...
"Não Márcio! Guarde as forças para sua festa"
"Hum, quer abusar de mim"
"Certamente" - respondi!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

ofegante

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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sede!

Cabelos molhados, mão suadas, boca seca. Quero água! Ou seria ele?! Separei um copo de água com gelo, aquela tarde prometia ser quente... Me debrucei na varanda do apartamento, enquanto o gole d'água descia por minha garganta. Apesar do 22º andar ficar bem longe do chão, pude observar que o R. já me esperava na pracinha. Fiquei imediatamente excitada, ele parecia levar tudo isso muito além de mero trabalho.

Como sempre, conferi no espelho do elevador se tudo estava em ordem, camiseta branca [leve!], calça jeans, sandália rasteira nos pés... sem sutiã, bicos entumecidos, excitados, revalando o quanto de desejo percorria por meu corpo. Um pequena calcinha de renda branca, que já estava ficando molhada de tesão e expectativa. O elevador parou do 20º andar, e o Márcio, meu amigo (futuro) engenheiro entrou. Percebi o quanto de controle ele buscava pra não olhar pros meus seios, a essa altura disparando que nem pistola. Eu e o Márcio já tivemos nossos flertes, ele é gostosinho pra um nerd e consegue ser muito simpático e engraçado. Mas como já falei num dos primeiros posts, ele começou um namoro aí e desde então procuro manter a compostura, afinal não quero problemas...

- Huuum! Adoro esse teu perfume! - ele disse com aquele sorriso encantador
- Obrigada! - sorri, já estava constrangida; meus seios não 'desligavam' e eu percebia a agonia do Márcio em se controlar - Tudo bem? - perguntei
- Tudo sim - respondeu ele quando o elevador tinha parado no térreo, eu fiquei ali mesmo e ele desceria ao subsolo, mas não sem antes me dizer:
- Ah, dentro de uns 15 dias tem um festinha lá em casa. Daquelas... lembra? Tô te esperando, ein? - Ele sorriu e antes que a porta fechasse eu disse:
- Farei o possível... me manda um email confirmando - a porta fechou e eu me direcionei ao que realmente importava, do outro lado da rua... lá estava o R.
- Oi - eu disse me aproximando
- Oi - ele disse com um sorriso; me deu um capacete, subiu na moto e não disse nada, (não entendi direito, mas) subi junto. Agarrei sua cintura, ele colocava a moto pra andar e eu colocava meu corpo contra o seu. Sentia suas costas em meus seios e seus suspiros, enquanto seguiamos caminho. Me levou até seu flat em Boa Viagem, aquela pequena viagem me deixou ainda mais excitada, os suspiros dele me faziam querer, ainda mais, repetir tudo o que vivemos na sexta. Chegamos! Ele estacionou a moto, desci; ele desceu. Mal acabo de tirar o capacete quando sinto o rapaz me puxar pela cintura. Me beijou a nuca, me agarrou percorrendo suas mãos pelo meu corpo, procurando por onde começar...

Me empurra contra o carro estacionado na vaga ao lado, levanta minha camiseta e morde meus mamilos com voracidade e carinho. Arranca de mim um suspiro e um pedido: - Vamos subir!

Ele apenas me olhou nos olhos e pelo jeito parecia cheio de idéias, queria uma aventura. Abriu minha calça enquanto mordiscava minha barriga... eu já explodia de tesão quando o R. puxou a calcinha de lado e me chupou ali, em pé, no estacionamento. Foi impossível resistir. Parar? Nem pensar! Agora era eu que queria mais daquela adrenalina e tesão... Ele continua a chupar como se não corrêssemos risco nenhum; não parava e eu gemia baixinho, me controlando pra não gritar. Ele não parou até sentir meu gozo, o rapaz voltou lambuzado e satisfeito. Não sei bem o que ele estava planejando, mas só de ver o desejo ardendo nos seus olhos eu já me sentia excitada. Me recompus, ele me abraçou e fomos até o seu apartamento.

No elevador houve mais que pegação, agora era minha vez. Abri o zíper da sua calça, e começei a masturbá-lo, ele olhava nos meus olhos, enquanto eu me contia pra não beijá-lo... ajoelhei e comecei a chupá-lo. Ouvi seu suspiro quando abocanhei aquele cacete latente. - Huum... - e não parei, o sentia cada vez mais rijo em minha boca. Lambia, beijava, sugava, o tocava com as mãos e não parava até que percebi que chegamos ao nosso andar, o R. suspirou: - Não pára! - e segurou o elevador ali, eu continuei... Sabia que não tinhamos muito tempo, então o chupei vorazmente, com fome e sede. Ouvia seus suspiros que logo se tornaram gemidos e me instigou a dar muito mais de mim... beijei, lambi, chupei profundamente, lambi e me lambuzei toda. Ele gozou e eu saciei minha sede!

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Agradeço:
À Guapinha (Rafa) que me presenteou com o selo "Esse blog me dá asas". Muito obrigada pelo carinho :D

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

S

Segunda é um dia tão preguiçoso, e nesse dia quase nunca vou a academia, prefiro dormir até tarde, me refazer do fim de semana que é geralmente bem agitado. Contudo, esta segunda era extremamente diferente... eu ainda sentia a boca do R. em seu passeio pelo meu corpo, e a minha vontade de repetir a dose estava a cada hora aumentando.

Cheguei na academia e lá estava ele, junto a outros alunos, dando as orientações. Eu o observei por alguns minutos, antes que ele pudesse perceber minha presença... nossa, depois daquelas horas juntos eu podia apreciá-lo mais profundamente. Lembrei do seu membro rijo entre as minhas pernas, nas minhas mãos e dentro de mim, huum... suspirei. Ele me viu. Acenei com a cabeça e segui para a sala das esteiras [lá também ficam as bicicletas e os outros aparelhos aeróbicos].

Não sei se por falta de costume, ou porque é assim mesmo; mas a academia estava com bem menos alunos naquela manhã. Nunca fico sozinha na sala das esteiras, geralmente tem algumas meninas [ou senhoras] com quem converso, mas desse vez ficamos só eu e o mp4.

Depois de pelo menos meia-hora na minha corridinha da manhã, eu vejo que o R. se aproximando... em apenas um segundo meu coração palpitou, minhas mãos tremerão, minhas pernas bambearam e minha buceta enxarcou. Diminui o ritmo da corrida e passei apenas a caminhar, já estava suada, ofegante, excitada... ele veio com seu sorriso encantador:

- Bom dia! - disse ele me olhando de cima a baixo, apreciando
- Bom dia, professor! - eu ainda estava ofegante, apesar do ritmo moderado da caminhada agora. Ele continuou me olhando, me saboreando com olhos, pronto pra me devorar...
- É... eu queria saber... - chegou mais perto, me olhou nos olhos, e como quem sussurra perguntou - vai ter volta?
Quase que caio da esteira, fiquei nervosa, excitada, ou sei lá o quê. Quando dei por mim, ele já tinha me tirado do aparelho...
- Tá nervosa? - ele perguntou rindo
Sorri - não, só estava desantenta...
- Huum, então eu lhe tiro a atenção?
- Certamente - eu respondi mordendo os lábios
- Então vai ter volta! - ele afirmou [com tanta certeza!]
- Certamente - eu olhei em seus olhos e sorri, ele me empurrou na parede. Pegou meu seios como se fosse colher uma fruta, desceu com as mãos sobre a minha bunda e me pressionou contra seu corpo. Com aquela minha roupa apertada, e aquela sua calça folgada, deu pra sentir muito bem o seu pau duro, latente fazendo pressão em minha xana quente. Ele insinuou um beijo, mas não beijou... eu enlouqueci.
- Você é muito gostosa! - ele disse mordendo os lábios, me apalpando a bunda
- Você que é... quando terei um dia livre seu? - perguntei sedenta de tesão
- Hoje, agora...
- Agora?
- Sim - me pressionou com aquele cacete latente
- Mas você está trabalhando... - eu disse suspirando
- Eita é... - ele parecia realmente sedento, mas sabia bem ser engraçado e gostoso ao mesmo tempo. Eu sorri e ele disse:
- Hoje largo ao meio-dia, posso te pegar ou te encontrar em algum lugar... - colocou a mão por dentro da minha calça, tocou-me a buceta.
- Huuum, minha casa - cogitei, mas pensando bem... - digo, você me pega na praça que tem na Av. Beira Rio, perto da minha casa.
- Certo - ele meteu o dedo e me beijou a nuca ainda suada
- Certo - suspirei, enquanto ele me masturbava bem ali. Que loucura! Pensei! Mas excepcionalmente deliciosa. Ouvimos alguém chegando e quando dei por mim já tinha pulado numa das bicletas, enquanto ele lia minha ficha. O zelador apareceu e avisou que alguns alunos estavam procurando pelo R. Antes de sair, me olhou e acenou com a cabeça.

Estava certa que a minha, digo, nossa loucura me renderia uma tarde muito gostosa.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

mãos, bocas e membros


As duas horas seguintes me renderam gratidão a meu querido cérebro, por minhas idéias mirabolantes; e um desejo desenfreado de repetir a dose. Ainda não sabia bem como seria vê-lo de novo na academia, mas por hora não era em nada disso que queria pensar; aliás, pensar em nada, era isso que queria... desfrutar daquele corpo delicioso, daquela boca que não cansava de passear por meu corpo e sentir o prazer que o membro dele causava dentro de mim, era apenas o que queria.
Suas mãos percorrendo minhas pernas e bunda enquanto eu, deitada, de bruços sentia sua boca em minhas costas e ombros... ele me apertava com força e doçura, algo que jamais senti, delicioso. Desceu com a boca até minha bunda e ficou beijando e mordiscando-a, enquanto isso colocou seus dois dedos em minha buceta, me fazendo enlouquecer com aqueles movimentos. Conseguia tirar de mim mais que suspiros, mas pedidos claros de prazer:
- Vem R.!
- Quer gostosa? - Ele me perguntou com aquele olhar...
- Huuum - mordi os lábios - Quero!
- Então toma!
Ele, rapidamente, me virou e colocou aquele cacete entre minhas pernas todo de uma vez. Eu fui as alturas e ele continuou, com força, mas com aquele olhar singelo sobre mim... confesso o quanto de controle precisei para não tascar-lhe um beijo na boca. Ele era o amante perfeito, forte e doce ao mesmo tempo. Gostoso! Eu mal podia esperar uma próxima vez... Já estavamos mais uma vez perto do gozo pleno e dessa última vez foi ainda melhor, eu senti o fogo do desejo e prazer nos olhos dele, e em como seu corpo transpirava sobre mim. Sentia o quanto ele estava perto de gozar, mas em mim ainda faltava um pouquinho mais... ele continuou com seus movimentos, com aquele cacete enfurecido dentro de mim, no vai e vem delicioso que ele tem, chegou ao clímax com um suspiro gritado; e quando dei por mim lá estava ele, lá embaixo, me chupando... ele sentiu muito bem que eu ainda não tinha gozado e me fez experimentar um gozo sem igual, com alguns segundos da sua língua e boca lá na minha xana eu gozei e ele provou (e aprovou) do meu fluído...
- Você é toda deliciosa! - ele disse lambuzado
Eu apenas o olhei com desejo e ele me beijou a boceta, como se estivesse beijando uma boca... delícia! As duas horas, que faltavam, já estavam acabando... e ele me perguntou:
- Vai ter volta?
- Não sei, mas... - fiquei no suspense, ele, nu (lindo!), me olhou com aquele olhar tão doce, como quase pedindo um doce, mas continuei no suspense. Paguei, e nos depedimos.
Na segunda-feira...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

...

Confesso! Eu já estava encharcada de tesão quando ele em meio a bocas, mãos e membros desabotoou minha calça. Ele a jogou longe e a vi voar pelo ar assim como alguns pudores dos quais ainda não tinha me livrado... Lá estava eu, desesperada de desejo enquanto ele descia com seus lábios pelo meio das minhas pernas; abocanhou minha xana (quente!) como uma manga madura (por vezes não entendo minha fixação nas frutas, porém não consigo descrever de outro jeito... elas, assim como o sexo, nos saciam se desgustadas com desejo). Ainda por cima da pequena calcinha rendada ele sentia o fogo queimando naquela parte do meu corpo. Eu, no auge do "querer" quis tirar a langerie, mas ele me impediu,, segurou minhas mãos enquanto puxava a calcinha com os dentes (suspiro!). Pobre de mim! Mal sabia sobre a lingua, boca e dentes que me aguardavam...
- Deliciosa! - Ele exclamou ao me ver (e sentir) tão molhada. Eu só conseguia suspirar, apenas palavras monossilábicas saiam da minha garganta e quanto mais gemidos ele extraia do meu íntimo, mais animado o rapaz ficava. Ele me chupou com tanto desejo que parecia extrair de mim o elixir do prazer...
- Aaah - eu suspirei, o passear de sua língua e lábios por minha xana estavam me deixando enlouquecida. Ele sugava com destreza meu grelo e enfiava fundo aquela língua rija e molhada (delícia!), sentia que não faltava muito até que eu gozasse, estava explodindo de tesão e então... ele parou. Eu disse: - Não pára! - como criança que pede um doce, mas ele me respondeu: - Quero dar a você um gozo que jamais teve...
E eu calei. Voltei as monossílabas... ele, já com a camisinha, penetrou em mim com aquele seu pau grosso (não era grande, acho que aquele tamanho tá na média do brasileiro, mas vamos ao que interessa...). Ele foi fundo, e eu sentia cada centimetro de prazer que aquele cacete podia me dar. Podia ver nos olhos do R. o quanto louco de tesão ele também estava e aquilo me deixou maluca. Ele ia e vinha dentro da minha buceta e eu apenas conseguia suspirar de prazer, quanto mais eu gemia, mais louco ele ficava e eu fazia questão de enlouquecê-lo... delicioso! Mais uma vez, comecei a sentir que estava perto do meu auge, e pelo olhar dele sentia que não demoraria muito pra ele gozar também. Foi aí que ele começou a fazer movimentos circulares com aquele cacete dentro de mim... - Huuum, não pára! - Eu pedi de novo, e ele atendeu. Me olhava nos olhos como se quisesse ver o quanto eu pegava fogo, confesso que nessa hora me deu vontade de puxá-lo e beijá-lo na boca, mas rapidamente lembrei das "regrinhas" que vieram no email; mas continuei olhando pra os olhos daquele moreno gostoso, e me deliciando com aquela gostosura de momento, de prazer, de desejo, de tesão... de gozo. Nunca tinha acontecido comigo até então, mas naquele momento gozamos juntos e eu pude ouvir muito bem o gemido do meu instrutor sobre mim. Ofegantes, nos olhamos e ele ficou sobre mim alguns instantes, me beijou pescoço, suado; beijei seu queixo e o senti salgado entre meus lábios.
- Nossa! - eu disse ainda ofegante e com ele sobre mim
- O que foi? - me perguntou com um olhar de menino
- Você é bem mais do que esperava... - eu disse suspirando.
Ele me olhou nos olhos e falou bem de perto: - Que bom, mas ainda faltam duas horas. Quero te dar muito mais...

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Mais que o fogo entre as pernas eu senti surpresa e confusão ao ver que era ele, que bem ali estava a fonte da minha inspiração e desejo. Nenhuma palavra conseguia sair da minha garganta, fiquei parada, pedrificada, olhando o rapaz que me trouxe pra dentro do apartamento como um furacão que arrasa com uma cidade inteira. Como não reconheci aqueles braços torneados? Aquelas pernas? Como não reparei na sua boca? E os seus olhos? Como? - eu me questionei em segundos. Ainda assim não acreditava no que estava vendo, era ele, meu instrutor da academia, era ele, o garoto de programa que contratei. Fiquei perdida, sem saber o que pensar... E então ele me disse: - eu sempre soube que era você. Eu continuei em silêncio, parada, em pé em sua sala e ele continuou: - Sou profissional e entenderei se não quiser o programa esta tarde ou nunca mais. Alguns segundos passaram antes que eu pudesse dizer alguma coisa; ele me olhava daquele jeito seu e eu perguntei a mim mesma: - por que não? E repeti pra ele: - Por que não? - continuei - quero mesmo você como profissional, quero que cumpras o que me prometeu nos nossos contatos!
Ele sorriu e me olhou de cima a baixo, com desejo. Eu ainda não acreditava no que estava fazendo; ele me ofereceu um vinho e enquanto abria a garrafa e enchia a taça, milhares de pensamentos vagaram por minha mente, milhões de sensações andavam pelo meu corpo. Sentia um certo temor, um suspense; por outro lado uma excitação, desejo e tesão enormes provenientes da vontade e curiosidade de experimenta-lo. Ele sentou-se ao meu lado no seu sofá, deu um gole no vinho e me olhou nos olhos, passou pelo menos uns três minutos apenas me olhando e bebendo, minutos esses que passaram como uma eternidade, ele se aproximou de meu pescoço e sussurou: - você está linda - deu uma pausa, passou sua ligua em minha orelha e completou - e deliciosa. Estremeci! Era como se ele soubesse o lugar exato pra me deixar ainda mais excitada. Depositou as taças na mesa de centro e me beijou a nuca, foi passeando com as mãos pelo meu corpo antes de me beijar o colo, foi beijando meu corpo enquanto eu suspirava, eu não sabia bem onde colocar as mãos ou simplesmente o que fazer, ainda me sentia perdida... mas ele voltou ao meu rosto e sussurrou próximo aos meus lábios: - eu só quero te fazer relaxar! E mordeu meu queixo como quem morde uma pêra, se deliciando com o sabor. Desceu seus lábios pelo meu pescoço enquanto suas mãos me acariciavam os seios. Ele sentou ao meu lado e me puxou pra cima de suas pernas, fiquei sentada como se fosse cavalgar... ele abriu os botões da minha blusa e admirou o espartilho com o qual eu estava vestida: - Linda! - ele disse, dessa vez sem sussurros; disse com aquela sua voz grossa. Me beijou o inicio dos seios (o espartilho era meia-taça, deixava meus seios que eram grandes ainda maiores), e passou alguns minutos chupando e mordiscando como se aquela fosse sua fruta favorita. Eu tirei sua camisa e fiquei ainda mais animada ao ver aquele abdomem definido, delicioso. - Huuum - eu desejei em voz alta. Ele continuou a vagar pelo meu corpo com mão e bocas, cada vez mais sedento... ainda de calça jeans, mas sentada sobre seu pau, também envolvido pela calça comprida, eu comecei a rebolar em cima dele, dessa vez foi ele que fez: - Huuum - e me pegou nos braços, eu com as pernas presas as suas costas, ele com a boca em meu pescoço, me levou pra cama...
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terça-feira, 16 de setembro de 2008

sem folêgo!


Eu já estava ansiosa por aquele dia, aquelas horas e tudo mais que pudesse acontecer e que me fizesse desfrutar. Só de pensar no encontro marcado minhas pernas tremiam, não sei ao certo se de desejo ou de medo. Mas de qualquer forma eu estava ansiosa pra viajar nos braços, mãos, pernas, pés e corpo daquele moreno gostoso que me atiçou com aquele quebra-cabeça de fotos excitante e encantador. Fui a academia pela manhã, pra ganhar disposição e inspiração; olhar aquele meu instrutor me animava e me fazia imaginar tantas e tão variadas coisas... (ui! suspiro). Mas ele era sempre sério e calado, não conversava muito conosco, alunas; será que ele é gay? - pensei, mas logo em seguida dispensei, eu me lembrava muito bem das vezes que peguei seus olhos passeando pelo meu corpo. E lá estava ele novamente me olhando, não como quem come uma mulher com os olhos, mas como um admirador olhando uma pintura. Não era um olhar safado, mas sim sexy; que me deixava lisonjeada e muito excitada. Quando ele percebeu que eu também o estava admirando desviou imediatamente o olhar e eu continuei com minha série de exercícios. Essa relação entre nós, se é que posso chamar assim, me fazia pensar nele as horas vagas que eu tinha no dia, era como se nossos olhares se atraíssem, afinal não era a primeira vez que esse 'encontro' acontecia. E se os olhos se atraiam, por que não o corpo também? - eu me perguntava. Mas afinal, por que estou falando disso? O importante é que admirar meu instrutor me deixou em 'ponto de bala' para o encontro da tardinha... (suspiro!)

O flat do R. ficava na Av. Boa Viagem, no bairro de Boa Viagem, uns dos mais caros do Recife. Fui seguindo com meu carro por essa avenida, que fica na beira-mar, até achar o prédio do rapaz. Lá estava! Um condomínio de luxo, muito bonito, pela quantidade de varandas dava pra perceber que era 1 por andar e pelo tamanho, certamente os flats eram enormes. - O R. do 2501 está me esperando - disse eu ao guarda. Ele abriu o portão como se já tivesse sido avisado e me indicou a vaga onde eu deveria estacionar. Ao entrar no elevador, me olhei no espelho e aprovei (mais uma vez) minha roupa; eu estava vestida com uma blusa branca de cetim e com botões, o decote era generoso o suficiente pra deixar o início do meu espartilho a mostra. A calça era de jeans escuro lavado e justo o suficiente pra levantar minha moral (rs!), a maquiagem relativamente leve e o salto revelavam o que eu tinha de melhor (modesta, ein?! rs!). Cheguei ao andar do 'garoto' e lá estava aquela porta na minha frente. Se havia algum momento pra desistir aquele era o último... mas o tesão e a curiosidade me impulsionaram a tocar a campainha, e em poucos segundos a porta se abriu.
- Você?! - eu disse admirada
E ele me puxou pra dentro!

sábado, 13 de setembro de 2008

suspiro parte 2


Vendo aquele computador brilhando avisando sobre a 'nova mensagem', dei um pulo da cama. Era justamente o email do R. (chamo-lo-ei assim!) com fotos de todo seu corpo; braços, pernas, costas, boca, olhos e membro... huuum, parecia um ensaio sensual preparado especialmente pra mim, um quebra-cabeça que me deixou com água na boca e com mais vontade ainda. No email ele dizia o seguinte:
"Preparadas especialmente para uma mulher, certamente deliciosa. Quero dizer-te ao pé do ouvido, como que um sussurro, o meu desejo de realizar os seus. Quero beijar-te inteira, de mansinho mas transbordando de volúpia, quero senti-la entre meus dentes, dedos e por dentro. Espero que desfrute e não se demore em me responder, pois estou ansioso pra te enlouquecer. Me achar você sabe bem, aguardo!"
Uii! Nossa, esse rapaz conseguiu acender um fogo em mim que ficou latente durante o dia inteiro, era como se ele soubesse exatamente as palavras pra me deixar em brasa, ardida de tanto desejo. A cada foto um novo suspiro, uma pausa pra recuperar o folêgo; era muito melhor do que eu imaginei quando li o anúncio do jornal; com aquelas fotos ainda me lembrava o meu instrutor, mas muito mais sacana (o instrutor era quieto e calado, mesmo quando as alunas falavam algo engraçado ele sorria timidamente). Entendi que o dia seguinte prometia, fiquei indecisa sobre usar alguma das minhas langeries ou se faria novas compras, afinal não posso desapontá-lo. Antes disso respondi o email dele confirmando para o dia seguinte e pedindo o endereço do tal flat. Escrevi que gostaria de encontrá-lo a partir das 4horas da tarde, como não sabia onde era o lugar pra onde iria, preferi por não sair tarde de lá, uma pessoa previnida vale por 2. Além disso, pedi que ele separasse 4 horas pra me 'fazer feliz' e é claro que ele me mandasse quanto tudo custaria.
Antes do fim do dia ele já tinha respondido e tudo já estava confirmado. O flat ficava na beira mar de Boa Viagem e não era difícil chegar lá, ele concordou com o horário e me deu uma média de quanto ficaria, mas na hora acertaríamos tudo mais claramente. Entre endereços e acertos financeiros, ele me mandou três pequenas regras, mas que pelo visto tinham relativa importância pra ele:
  1. Percorrerei com meus lábios por todo seu corpo, mas beijo na boca é algo fora de cogitação (essa eu já conhecia);
  2. Jamais me telefone no 'privado' (!!);
  3. Não posso ficar com a mesma cliente mais que uma vez na semana (tuudo bem!).

Bom, as regras não eram tão difíceis de cumprir. Eu só queria sexo mesmo, beijo na boca podia ser deixado de lado, além do mais sei que muitos garotos e garotas de programa guardam esse tipo de beijo pra alguém de quem realmente gostem. A segunda é uma regra simples, até porque eu também odeio que me liguem no privado, só a última que é diferente, deve ser peculiaridade dele. Mas tudo bem, nenhuma é tão difícil de seguir. Depois de tudo acertado decidi sobre a langerie, decidi usar uma que tinha comprado antes do fim do último rolo, queria animar o carinha, mas acabamos antes que eu pudesse usá-la. Era de renda preta com azul royal de uma elegância e feminilidade lindas, muito sexy; a meia-taça do espartilho deixava meus seios fartos ainda mais protuberantes e a calcinha fio-dental colocava minha auto-estima lá em cima. Mesmo quando a gente marca com um garoto de programa se espera que ele aprove o que escolhemos para inebriar seus olhos enquanto eles nos diverte e nos despe. Não é?!

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Agradeço pelo presente do Casal que se ama. Um blog delicioso, por sinal. Abraços e bom fim de semana.