sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Acordei com uma música tocando. O Henrique tinha gostos bem diferentes dos meus. Nos entendíamos no bom humor e na cama (claro!). Aquela música era meio estranha, mas tudo bem. Levantei, fui até o banheiro, lavei o rosto, ajeitei o cabelo; meu corpo nú sentia o calor que já fazia àquela hora da manhã. Dispensei qualquer tipo de roupa; nua, fui até a cozinha ver o que o Henrique preparava. Só de cueca, olhava pro meu armário aberto, não sei bem o que escolhia, só sei que não achou. Fechou e quando se virou deu de cara comigo, parecia ter tomado um susto, mas logo me abraçou passeando com suas mãos por meu corpo.

Eu tenho estatura mediana, mas nos braços do Henrique eu me perco. Ele é enorme. Fico excitada só de lembrar da sua 'grandeza'. Tomamos café juntos e assim foi durante todo o fim de semana, ele só foi embora na segunda e direto pro trabalho. Ficamos trancados no apartamento todo o domingo, e trancados um dentro do outro várias vezes ao dia. Confesso o quanto sou folgosa, mas o Henrique é insaciável. Tive que renovar meu estoque de camisinha assim que ele me se despediu, não que eu fosse sair por aí usando com qualquer um [o que não é má idéia!], mas proteção nunca é demais.

Ele me deu o prazer de um final de semana caseiro, e eu dei tudo de mim pra ele. Suas mãos [enormes] me submetiam enquanto ele me metia entre as pernas aquele seu cacete grandioso. [Suspiro!] E se tem algo que esse grandão faz bem é usar seu pau pro meu prazer. Quando me beija inteira e passea por meu corpo com suas mãos fortes, me enlouquece, me excita, me deixa fervendo de tesão. Lembro que quando conheci o Henrique, antes das festinhas do Márcio, pensei que estivesse apaixonada, mas percebi que era só desejo e desde então não há um encontro nosso que não acabe na cama.

Pensando bem, teve sim, mas aí acabamos no carro... Delícia! Não dá pra esquecer daquele encontro... Não sei como, já estavamos no banco de trás, eu sem calcinha, ele sem calça; minha boca no seu membro e a boca dele na minha xana, nunca tinha provado um 69 no carro, [huum] foi delicioso. Desde então, não há encontro nosso que não role sexo. Sinto uma atração inexplicável pelo Henrique e só em vê-lo já me sinto excitada, acesa e louca para prová-lo de novo.

Na segunda, quando cheguei das 'compras' vi que tinha email na caixa de entrada... Era ele, o R.

Assunto: SAUDADES


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Aos leitores:

Peço que me desculpem pela falta de posts. Mas posso explicar... A autora está entrando em épocas de provas e trabalhos da faculdade, ou seja, o tempo ficou bem mais reduzido, sem falar que a inspiração se esvai quando a pressão dos estudos chega. Mas sempre que possível estarei atulizando. Abraços a todos

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

festinha particular...


Ele me pegou pelo cabelo, já dentro do meu apartamento. Me colocou contra a parede de costas, subiu meu vestido (novamente!), beijou a boca, a nuca, as costas. Apertava minha bunda com vontade, desejo, tesão... Eu suava, gemia e implorava por mais prazer. O Henrique não é grosso, mas é grosseiro e aquele homem enorme me subMETENDO daquele jeito me deixava ainda mais enlouquecida.

De repente a minha campanhia toca. Quem poderia ser? - pensei. O Henrique implorou:
- Abre não!
Eu não respondi, apenas baixei o vestido e abri a porta. O Henrique ainda estava se recompondo quando a Renata e Erick estava à porta. A Renata era uma loira linda, e o Erick um moreno sarado, não tão grande como o Henrique, mas tão gostoso quanto... Eles eram convidados da festa do Márcio e certamente viram a animação minha e de Henrique quando saímos de "mansinho" (rs).
- Ué! Vocês não vão voltar pra festa não? - a Renatinha perguntou
- É, todos estão esperando vocês - completou o Erick
- Estamos fazendo nossa festinha particular - o Henrique deu a resposta que eles esperavam e continuou - vocês não querem ficar por aqui não?

A Renata olhou pro parceiro e mordeu os lábios, ele acenou positivamente com a cabeça e decidiram ficar.

- Vou pegar algo pra beber - eu disse

Da minha cozinha deu pra ver a imediata pegação do Henrique e Renata, fiquei com mais tesão ainda. Achei uma champagne e fui separar as taças. O Erick me pegou de surpresa, por trás...

- Ui! - suspirei
Ele me colocou em cima do balcão da pia e começou a me beijar, passeou pelos meus seios com aquela sua língua molhada, gostosa, faminta. A Renatinha já estava cavalgando no Henrique quando eu e o Erick saímos da cozinha com as bebidas... Coloquei a garrafa e taças na mesa de centro, enquanto o Erick me apalpava toda.
Eu o empurrei na minha poltrana e segui o exemplo da Renatinha, que no sofá, já fazia o Henrique urrar de tesão. Comecei a cavalgar no Erick, ele parecia faminto; o seu membro estava duro que eu podia senti-lo latejar lá dentro. E de lá só saíria quando estivesse satisfeito... Nada demorou muito, em me ver com Erick e pela performace da Renata o Henrique logo gozou, os dois se beijavam e nos olhavam como quem assisti filme pornô. Mal terminaram, já estavam ardendo em tesão novamente. Eu cavalgava no Erick que me olhava como se somente nós dois estivessemos ali. Comecei a rebolar no seu membro e ouvi o Henrique comentar:

- Ah não! Assim eu vou me matar de tesão aqui

A Renatinha sorria. Saber que eles estavam animados me deixava enlouquecida... Adoro dar tesão! Os olhos do Erick brilhavam não sei se de tesão, desejo ou paixão; apenas sei que ele gozou urrando e me empurrando contra seu (cacete) corpo.

- Nossa! Você é muito gostoso - eu suspirei
O Erick mordeu os lábios. Bebeu um gole de champagne e nós quatro nos olhamos. Ficamos alguns segundos em silêncio, apenas nos olhando. A Renata era uma safada, ficava com homens e mulheres, o Erick era seu parceiro há algum tempo e ela adorava dividi-lo e ser dividida... Eu me levantei nua, a lua brilhava na minha varanda e a noite tinha apenas começado. Os três me olhavam esperando o que eu faria.

- Sigam-me - eu indiquei o caminho do quarto.

Minha cama king size esperava branca e limpa por nossos corpos... Passamos uma noite inteira entre beijos, mãos, línguas e membros. Lembro da Renatinha sendo penetrada duplamente pelo Henrique e Erick (ainda não sou adepta, mas admiro quem é), me deliciei com a imagem. Dava pra ver nos olhos dela o tesão daquele momento. Os meninos então ficavam mais duros a cada penetração. Claro que não podia esquecer da chupada que ganhei do Henrique enquanto eu mesma chupava o Erick... Huum! Fico molhada só de me recordar...
Pela manhã, a Renata e o Erick já tinham ido embora; acordei (com fome) ao lado do Henrique...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

enfim, festa!


A 'animação' do Márcio me fez querer que a festinha chegasse logo. Mal podia esperar para ver os outros meninos, principalmente o Henrique. Separei um conjunto de langerie vermelho e preto, rendado e minúsculo. Vestida de vestido curto e de tecido leve quando fui bater na porta no Márcio já eram quase 11 horas da noite.

Qual não foi minha surpresa quando fui recebida na porta pelo Henrique; junto com seu sorriso encantador me deu um abraço mais que afetuoso, excitante... Entrei e já podia ver as duplas, trios e quartetos formados por todo o apartamento. Cumprimentei a todos. Os meninos eram lindos, alguns já conhecidos e outros doidos por me conhecer (e eu, conhecê-los). As meninas então, cada uma tinha uma beleza peculiar, algo lindo e único. O Márcio já estava agarrado a duas, sóbrio e excitado. Todos podiam enxergar nos olhos (e corpo) dele.

O Henrique se dirigiu até mim com duas taças de vinho tinto. Falamos coisas do dia-a-dia como as provas da faculdade e o novo emprego dele, mas o seu olhar passeava pelo meu corpo como pronto pra 'dar o bote' e eu me excitava toda com aquele jeito dele. Grande, forte e gostoso. Quando você olha pro Henrique são esses 3 adjetivos que passeam pela mente. Mas quando você conhece... (ui!) você passa a achar que seu vocabulário é limitadíssimo para os que ele merece. No nosso último encontro, faltou palavras e sobraram gemidos.

Enquanto ele me comia com os olhos, eu lembrava da festa em que ficamos. Que belas lembranças!

- No que você está pensando? - ele quis saber

- Nada - olhei em seus olhos

- Eu conheço esse teu 'nada' - mordeu os lábios

- Então por que não me tira daqui? - pedi

Ele me pegou pelo braço, me empurrou contra a porta da área de serviço e me beijou. Aquela sua língua... rija e gostosa! Logo senti seu pau ereto querendo pular pra fora da calça. O agarrei com minha mão enquanto as mãos do Henrique arrancavam minha calcinha... Abri a porta da área que dava acesso ao corredor, ao elevador de serviço e as escadas.

Puxei o Henrique pras escadas e o sentei no degrau, ele me olhava excitado, parecia faminto; estava ofegante e eu estava enlouquecendo de tesão. Ele tinha uma pegada forte, mas sem ser grosso. Me colocou no patamar (aquele degrau maior e mais largo) e acariciava meus seios e xana simultaneamente. Eu olhava em seus olhos cheios de desejo. E gemia baixinho. O Márcio era querido em todo o prédio, mas suas festas sempre geravam reclamações depois. E não seria eu que complicaria a situação do rapaz, ne?

Continuava a me controlar enquanto o Henrique controlava a situação; ele é do tipo de homem que gosta de dominar na cama e eu adoro a forma como ele me submete. E mete, como mete bem... colocou a camisinha rapidinho e logo começou a socar aquele cacete grande, grosso e gostoso. (Ui!) Eu continuava controlando meus gemidos, a adrenalina daquele momento nos deixava ainda mais excitados... a qualquer momento poderíamos ser pegos. E toda essa 'agonia' nos fez chegar ao orgasmo mais rápido. Assim como o Henrique e como o seu cacete, o clímax foi forte e gostoso! Suados, no chão da escadaria pedi:

- Pro meu apartamento!

- Já - ele me colocou de pé e entramos no elevador.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tesão!


O Márcio passou a semana me aperriando o juízo e corpo. Nem parecia o 'amigo comprometido' de semanas atrás. Dois dias antes da reuniãozinha, foi até meu apartamento. Uma surpresa, eram 10 da manhã, sem aula na faculdade aquele dia; eu tinha acabado de acordar, ainda tava de pijama (um mini-short de algodão e uma blusinha também de algodão, sem sutiã e calcinha). Nem deu tempo de perguntar o que ele queria, foi logo entrando. Me olhou dos pés a cabeça e disse:
- Bom dia! - Me empurrou contra a porta e começou... Eu estava sonolenta ainda, ele não me deu tempo nem de entender a situação. O Márcio é um gatinho, gostoso e inteligente. Há uma atração enorme entre nós dois, eu sei o quanto eu sou desejável aos seus olhos e ele sabe o quanto pode ser desejável para meu corpo. Mas essa de me procurar pela manhã eu não esperava. Ainda tinha o R. na cabeça, e em muitas vontades. Mesmo assim, não pensei em dispensa-lo. Eu podia sim, usar seu 'defeito' (a pressa) a meu favor...
- Calma - eu disse me afastando - o que há com você?
- Vontade! Desejo! - ele me sentou no sofá, sentou ao meu lado e sussurrou - Tesão!
Deu pra sentir seu corpo suando de desejo, seus olhos brilhando de vontades. E se tem algo que me excita é ver um homem excitado, ainda mais se EU for o motivo. No caso do Márcio não sabia se isso era saudade da namorada ou vontade de mim, mas no caso dele eu não queria mesmo saber.
Deixei ser beijada, mordida e comida. Àquela hora da manhã foi a melhor coisa que podia acontecer. Ele tem um jeito muito gostoso de me fazer chegar ao clímax. Nos beijamos, e que beijo bom ele tem; de encaixe praticamente perfeito. Ele me pegou de um jeito delicioso, colocou meu shortinho de lado e enfiou sua mão na xana já enxarcada. Deu uma mordida nos lábios ao sentir o 'estrago' que estava fazendo. Tirou a bermuda e ficou por cima de mim, no sofá. Peguei a camisinha na gaveta da mesinha do telefone, é bom sempre ter a mão (rs). E eu mesma coloquei naquele pau grosso e grande, vermelhinho, delicioso. Sem perder tempo ele começou a enfiá-lo em mim.
- Hum - suspirei, mordi os lábios, fechei os olhos e desfrutei do momento. Só sentia a respiração ofegante do Márcio no vai e volta, seus gemidos ao sentir que pompoava em seu membro e seus olhos cheios de tesão me deixavam ainda mais safada (essa é a palavra!). Ele beijou meus seios, mordiscou, chupou e me fez suspirar ainda mais. Aquela parte do meu corpo realmente o chamava atenção. Não demoramos muito, ele gozou. Continuou a me atiçar, beijar, me masturbar e eu tão logo, gozei. Apesar dele saber como me deixar na vontade, não me deu vontade naquela manhã. Tomamos café da manhã juntos, nos beijamos, acariciamos, mas não repetimos a dose. Ele me queria na festa, não sei ao certo se me queria. Lembrava-me bem das amigas do Márcio, todas lindas, realmente chamavam atenção. Ele não perderia a oportunidade, e nem eu permitiria.
Na verdade, eu estava pensando no Henrique, um dos amigos dele. Um moreno, alto, delicioso. Esse me deixou na vontade na última festa e sei que a recíproca existia. Ele tinha uma pegada gostosa, um homem forte, gostoso. (Ui!) Me sinto excitada só de pensar. E o Márcio tinha me confirmado que ele iria, e que tinha perguntado por mim quando entrou em contato. Fiquei muito animada e mal podia esperar pra provar daquele mastro enorme novamente.


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Agradeço:
Ao Casal que se Ama, que me presenteou mais uma vez com esse carinho.

Conceito: "Ele representa os blogs que primam pela criatividade e originalidade. Afinal, copiar é assinar atestado de limitação intelectual e de criação."

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

tomo um banho de ...


Comemos e nos comemos de novo. Aquela foi a tarde mais faminta dos últimos tempos, e uma das mais gostosas também. O R. tem um jeitnho encantador que me faz derreter inteira, seu olhar, seu toque, seu cheiro, seu beijo (no corpo!) me faz desejá-lo a cada encontro mais.

Passamos a tarde na cama, e quando dei por mim já estava escurecendo, nem senti o tempo passar. O celular do R. tocou. Ele foi atender em outro cômodo, eu sabia que era outra cliente. Como não pretendia passar a noite lá, resolvi que aquela era a hora de ir. Estava no chuveiro da suíte, quando ouvi o R. voltar pro quarto, ele me viu no chuveiro e quis falar:

- Era só o ... - eu interrompi
- Não precisa dizer nada! Eu tenho a minha vida, você tem a sua. Por que vamos nos preocupar com isso?
Ele concordou com a cabeça e me abraçou embaixo do chuveiro. Tivemos uma despedida BEM molhada. Me beijou inteira, me masturbou enquanto eu também o masturbava, seus dedos dentro de mim, minha mão no seu membro cada vez mais duro. Abocanhei-o, e senti ele latejar entre meus lábios. A água que caia do chuveiro tornava tudo ainda mais gostoso, e molhado! Ajoelhada aos seus pés, ele gozou, me lambuzou toda. Voltei ao banho (com sorriso rosto). Ele fez questão de enxugar cada centimetro do meu corpo, o que na verdade me deixou mais molhada ainda. Ele parecia querer me deixar na vontade, aquilo era um "volte sempre" dos melhores, e minha buceta molhada parecia já dar a resposta.

Paguei, ele parecia não querer receber, mas recebeu. Um profissional daquela categoria merecia cada centavo de quanto cobrava, ainda mais o R. que me dava um prazer que mal pode ser descrito. Que me deixa de pernas trêmulas só de lembrar.

Peguei um táxi e voltei pra casa.
O R. tinha realmente me deixado excitada e eu ainda estava ardendo de tesão. Entrei no meu MSN afim de encontrar um dos meus amiguinhos, quem sabe uma transa virtual não me animasse o suficiente pra usar o vibrador que tinha comprado há algumas semanas. Qual não foi a minha surpresa quando o Márcio (lembram do Márcio, o amigo engenheiro-ex-flerte-hoje-comprometido?), veio logo me perguntando sobre se eu ia ou não pra festinha. As festinhas do Márcio eram bem animadas, cheia de mulheres e homens bonitos. Geralmente acabava em orgia. Eu já participei de pelo menos 3 dessas, em duas delas me tranquei no quarto do Márcio com um de seus amigos, o Eduardo na primeira, um loiro dos olhos claros, sarado, e com uma pegada selvagem, gostosa. Foi bom, mas o segundo foi muito melhor; o Henrique, moreno, alto, sarado também, mas muito mais gostoso. Esse deu vontade até de repetir, mas não deu. Na terceira festa deixei os quartos pra trás e fiquei na sala mesmo, onde rola o que realmente importa. Naquela noite dei e recebi um prazer descomunal, foi inequecível. Até o Márcio tirou uma casquinha (e que casquinha!).

Enquanto o Márcio ia me falando sobre quem estaria lá, eu ia me lembrando do quão gostosas são essas festinhas.
"Eu topo" - respondi sem nem olhar a lista, já estava excitada o suficiente.
"Que bom, minha namorada estará viajando" - ele disse
"Huum, então me chamou com segundas intenções?"
"Certamente" - respondeu e continuou - "eu já tava com saudade"
"Hum"
"Você sabe o quanto eu te acho gostosa"
"Sei?"
"Sabe sim!"
Sorri, eu sabia mesmo. O Márcio precisava de um controle sobre-humano pra resistir a mim e olhem que eu não precisava fazer nada. Ele continuou:
"Se você quiser eu vou até o seu apartamento agora" - ele instigou, mas...
"Não Márcio! Guarde as forças para sua festa"
"Hum, quer abusar de mim"
"Certamente" - respondi!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

ofegante



Ofegantes e famintos chegamos enfim ao lado de dentro do flat. Ainda estava me recompondo, idem pro R. que logo me serviu com um grande copo de água gelada. Ele ainda me olhava ofegante enquanto eu chupava o gelo...

- Vai apagar o fogo não? - ele perguntou enquanto colocava o copo dele na pia.
- Você acha? - questionei eu com uma cara de safada. Ele mordeu os lábios, me puxou pra perto, desejei a boca dele (gostosa!), ele não segurou...
- Safada! - disse ele com os olhos brilhando. Me deu um tapinha na bunda e se dirigiu ao banheiro.

Eu fui até a cama, sentei bem no meio, de frente pra enorme janela que ele tem no quarto, de frente pro mar de Boa Viagem; de lá de cima ele parecia bem mais azul (e limpo)... Uma segunda-feira ensolarada, de dar inveja a qualquer domingo. O céu estava tão azul que fiquei hipnotizada com aquele cartão-postal por não sei quantos minutos. Nem senti o rapaz chegar, talvez ele tenha me olhado por um tempo (talvez não). Apenas voltei a mim quando ele sentou atrás de mim e me abraçou. Eu desmanchei em seus braços... ele tirou minha blusa e eu senti seu toráx nu em minhas costas. Já estava só de cueca, nem me deu o prazer de despi-lo (e se tem algo que me excita é poder despir um homem). Contudo, eu ainda me sentia atraída, acesa, excitada! O R. tinha um poder sobre meu prazer que homem nenhum jamais possuiu.
Ainda por trás ele desabotoou minha calça; na cama, me levantei em sua frente e a tirei na altura dos seus olhos, ele estava atento, parecia um aluno na aula que mais gosta. Continuei em pé, comecei a rebolar aos olhos dele. Primeiro, de costas, rebolei e sentia sua respiração em mim, como se fosse me devorar. Virei e fui descendo a calcinha devagar, ele estava hipnotizando (e hipnotizando), eu ficava mais excitada a cada segundo que olhava em seus olhos. Fui tirando a calcinha devagar, enquanto ele me comia com os olhos, parecia faminto, mas a profissão o tinha ensinado a agir na hora certa. Olhei em seus olhos, já sem calcinha eu quase pedi com o olhar para ser devorada. Ajoelhei em sua frente e comecei a beijar seu pescoço, senti seu suspiro e de súbito ele me colocou deitada na cama, quase me jogou.
- Você é uma safada! - ele disse cheio tesão. Mordi os lábios...
- Diz mais! - pedi como quem pede um doce
- Cachorra!
- Mais!
- Safada!
- Putinha!
- Huum - mordia os lábios enquanto ele me adjetivava e eu enlouquecia de tesão.
Meteu seu dedo em mim e sentiu o quanto me incendiou. Eu estava enxarcada. Ele colocou a camisinha e logo enfiou aquele seu cacete em minha xana, ele estava tão excitado que eu o sentia latejar dentro de mim, saia e entrava fácil, mas cada vez com mais força. Eu gemia de prazer, enquanto ele continuava sussurando os adjetivos em meu ouvido. Ele soltou um suspiro e gozou, gozei em seguida.

O R. tinha um jeito de menino e homem ao mesmo tempo. Conseguia me excitar em segundos, me fazia desejá-lo não importava a hora do dia. Sem falar do quanto o sorriso dele era contagiante e o quanto a sua simpatia transformava o ambiente. Ele estava em cima de mim, ainda ofegante. Me deu um sorriso enquanto alisava meus cabelos. Sorri e confessei:
- Agora tô com fome!
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As meninas maldosas estão criando o selo "Blog Nota 10!" Inicialmente, iremos distribuir o selinho para dois blogs nota dez. Estes blogs poderão indicar DOIS blogs que serão apreciados pelas maldosas, que irão elegê-los (ou não)um blog "Nota 10!". Os blogs eleitos, receberão o selinho e poderão indicar mais dois blogs para apreciação.Uma lista com "link-me" ou "banner" dos "Blogs Nota 10!" Irá figurar no maldosas!
Agradeço as meninas do MALDOSAS que me presentearam com esse selo NOTA 10.

Os meus dois blogs indicados são:
Dando a Bunda pra Bater
e Histórias da Marcy

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sede!

Cabelos molhados, mão suadas, boca seca. Quero água! Ou seria ele?! Separei um copo de água com gelo, aquela tarde prometia ser quente... Me debrucei na varanda do apartamento, enquanto o gole d'água descia por minha garganta. Apesar do 22º andar ficar bem longe do chão, pude observar que o R. já me esperava na pracinha. Fiquei imediatamente excitada, ele parecia levar tudo isso muito além de mero trabalho.

Como sempre, conferi no espelho do elevador se tudo estava em ordem, camiseta branca [leve!], calça jeans, sandália rasteira nos pés... sem sutiã, bicos entumecidos, excitados, revalando o quanto de desejo percorria por meu corpo. Um pequena calcinha de renda branca, que já estava ficando molhada de tesão e expectativa. O elevador parou do 20º andar, e o Márcio, meu amigo (futuro) engenheiro entrou. Percebi o quanto de controle ele buscava pra não olhar pros meus seios, a essa altura disparando que nem pistola. Eu e o Márcio já tivemos nossos flertes, ele é gostosinho pra um nerd e consegue ser muito simpático e engraçado. Mas como já falei num dos primeiros posts, ele começou um namoro aí e desde então procuro manter a compostura, afinal não quero problemas...

- Huuum! Adoro esse teu perfume! - ele disse com aquele sorriso encantador
- Obrigada! - sorri, já estava constrangida; meus seios não 'desligavam' e eu percebia a agonia do Márcio em se controlar - Tudo bem? - perguntei
- Tudo sim - respondeu ele quando o elevador tinha parado no térreo, eu fiquei ali mesmo e ele desceria ao subsolo, mas não sem antes me dizer:
- Ah, dentro de uns 15 dias tem um festinha lá em casa. Daquelas... lembra? Tô te esperando, ein? - Ele sorriu e antes que a porta fechasse eu disse:
- Farei o possível... me manda um email confirmando - a porta fechou e eu me direcionei ao que realmente importava, do outro lado da rua... lá estava o R.
- Oi - eu disse me aproximando
- Oi - ele disse com um sorriso; me deu um capacete, subiu na moto e não disse nada, (não entendi direito, mas) subi junto. Agarrei sua cintura, ele colocava a moto pra andar e eu colocava meu corpo contra o seu. Sentia suas costas em meus seios e seus suspiros, enquanto seguiamos caminho. Me levou até seu flat em Boa Viagem, aquela pequena viagem me deixou ainda mais excitada, os suspiros dele me faziam querer, ainda mais, repetir tudo o que vivemos na sexta. Chegamos! Ele estacionou a moto, desci; ele desceu. Mal acabo de tirar o capacete quando sinto o rapaz me puxar pela cintura. Me beijou a nuca, me agarrou percorrendo suas mãos pelo meu corpo, procurando por onde começar...

Me empurra contra o carro estacionado na vaga ao lado, levanta minha camiseta e morde meus mamilos com voracidade e carinho. Arranca de mim um suspiro e um pedido: - Vamos subir!

Ele apenas me olhou nos olhos e pelo jeito parecia cheio de idéias, queria uma aventura. Abriu minha calça enquanto mordiscava minha barriga... eu já explodia de tesão quando o R. puxou a calcinha de lado e me chupou ali, em pé, no estacionamento. Foi impossível resistir. Parar? Nem pensar! Agora era eu que queria mais daquela adrenalina e tesão... Ele continua a chupar como se não corrêssemos risco nenhum; não parava e eu gemia baixinho, me controlando pra não gritar. Ele não parou até sentir meu gozo, o rapaz voltou lambuzado e satisfeito. Não sei bem o que ele estava planejando, mas só de ver o desejo ardendo nos seus olhos eu já me sentia excitada. Me recompus, ele me abraçou e fomos até o seu apartamento.

No elevador houve mais que pegação, agora era minha vez. Abri o zíper da sua calça, e começei a masturbá-lo, ele olhava nos meus olhos, enquanto eu me contia pra não beijá-lo... ajoelhei e comecei a chupá-lo. Ouvi seu suspiro quando abocanhei aquele cacete latente. - Huum... - e não parei, o sentia cada vez mais rijo em minha boca. Lambia, beijava, sugava, o tocava com as mãos e não parava até que percebi que chegamos ao nosso andar, o R. suspirou: - Não pára! - e segurou o elevador ali, eu continuei... Sabia que não tinhamos muito tempo, então o chupei vorazmente, com fome e sede. Ouvia seus suspiros que logo se tornaram gemidos e me instigou a dar muito mais de mim... beijei, lambi, chupei profundamente, lambi e me lambuzei toda. Ele gozou e eu saciei minha sede!

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Agradeço:
À Guapinha (Rafa) que me presenteou com o selo "Esse blog me dá asas". Muito obrigada pelo carinho :D