sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Acordei com uma música tocando. O Henrique tinha gostos bem diferentes dos meus. Nos entendíamos no bom humor e na cama (claro!). Aquela música era meio estranha, mas tudo bem. Levantei, fui até o banheiro, lavei o rosto, ajeitei o cabelo; meu corpo nú sentia o calor que já fazia àquela hora da manhã. Dispensei qualquer tipo de roupa; nua, fui até a cozinha ver o que o Henrique preparava. Só de cueca, olhava pro meu armário aberto, não sei bem o que escolhia, só sei que não achou. Fechou e quando se virou deu de cara comigo, parecia ter tomado um susto, mas logo me abraçou passeando com suas mãos por meu corpo.

Eu tenho estatura mediana, mas nos braços do Henrique eu me perco. Ele é enorme. Fico excitada só de lembrar da sua 'grandeza'. Tomamos café juntos e assim foi durante todo o fim de semana, ele só foi embora na segunda e direto pro trabalho. Ficamos trancados no apartamento todo o domingo, e trancados um dentro do outro várias vezes ao dia. Confesso o quanto sou folgosa, mas o Henrique é insaciável. Tive que renovar meu estoque de camisinha assim que ele me se despediu, não que eu fosse sair por aí usando com qualquer um [o que não é má idéia!], mas proteção nunca é demais.

Ele me deu o prazer de um final de semana caseiro, e eu dei tudo de mim pra ele. Suas mãos [enormes] me submetiam enquanto ele me metia entre as pernas aquele seu cacete grandioso. [Suspiro!] E se tem algo que esse grandão faz bem é usar seu pau pro meu prazer. Quando me beija inteira e passea por meu corpo com suas mãos fortes, me enlouquece, me excita, me deixa fervendo de tesão. Lembro que quando conheci o Henrique, antes das festinhas do Márcio, pensei que estivesse apaixonada, mas percebi que era só desejo e desde então não há um encontro nosso que não acabe na cama.

Pensando bem, teve sim, mas aí acabamos no carro... Delícia! Não dá pra esquecer daquele encontro... Não sei como, já estavamos no banco de trás, eu sem calcinha, ele sem calça; minha boca no seu membro e a boca dele na minha xana, nunca tinha provado um 69 no carro, [huum] foi delicioso. Desde então, não há encontro nosso que não role sexo. Sinto uma atração inexplicável pelo Henrique e só em vê-lo já me sinto excitada, acesa e louca para prová-lo de novo.

Na segunda, quando cheguei das 'compras' vi que tinha email na caixa de entrada... Era ele, o R.

Assunto: SAUDADES


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Aos leitores:

Peço que me desculpem pela falta de posts. Mas posso explicar... A autora está entrando em épocas de provas e trabalhos da faculdade, ou seja, o tempo ficou bem mais reduzido, sem falar que a inspiração se esvai quando a pressão dos estudos chega. Mas sempre que possível estarei atulizando. Abraços a todos

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

festinha particular...


Ele me pegou pelo cabelo, já dentro do meu apartamento. Me colocou contra a parede de costas, subiu meu vestido (novamente!), beijou a boca, a nuca, as costas. Apertava minha bunda com vontade, desejo, tesão... Eu suava, gemia e implorava por mais prazer. O Henrique não é grosso, mas é grosseiro e aquele homem enorme me subMETENDO daquele jeito me deixava ainda mais enlouquecida.

De repente a minha campanhia toca. Quem poderia ser? - pensei. O Henrique implorou:
- Abre não!
Eu não respondi, apenas baixei o vestido e abri a porta. O Henrique ainda estava se recompondo quando a Renata e Erick estava à porta. A Renata era uma loira linda, e o Erick um moreno sarado, não tão grande como o Henrique, mas tão gostoso quanto... Eles eram convidados da festa do Márcio e certamente viram a animação minha e de Henrique quando saímos de "mansinho" (rs).
- Ué! Vocês não vão voltar pra festa não? - a Renatinha perguntou
- É, todos estão esperando vocês - completou o Erick
- Estamos fazendo nossa festinha particular - o Henrique deu a resposta que eles esperavam e continuou - vocês não querem ficar por aqui não?

A Renata olhou pro parceiro e mordeu os lábios, ele acenou positivamente com a cabeça e decidiram ficar.

- Vou pegar algo pra beber - eu disse

Da minha cozinha deu pra ver a imediata pegação do Henrique e Renata, fiquei com mais tesão ainda. Achei uma champagne e fui separar as taças. O Erick me pegou de surpresa, por trás...

- Ui! - suspirei
Ele me colocou em cima do balcão da pia e começou a me beijar, passeou pelos meus seios com aquela sua língua molhada, gostosa, faminta. A Renatinha já estava cavalgando no Henrique quando eu e o Erick saímos da cozinha com as bebidas... Coloquei a garrafa e taças na mesa de centro, enquanto o Erick me apalpava toda.
Eu o empurrei na minha poltrana e segui o exemplo da Renatinha, que no sofá, já fazia o Henrique urrar de tesão. Comecei a cavalgar no Erick, ele parecia faminto; o seu membro estava duro que eu podia senti-lo latejar lá dentro. E de lá só saíria quando estivesse satisfeito... Nada demorou muito, em me ver com Erick e pela performace da Renata o Henrique logo gozou, os dois se beijavam e nos olhavam como quem assisti filme pornô. Mal terminaram, já estavam ardendo em tesão novamente. Eu cavalgava no Erick que me olhava como se somente nós dois estivessemos ali. Comecei a rebolar no seu membro e ouvi o Henrique comentar:

- Ah não! Assim eu vou me matar de tesão aqui

A Renatinha sorria. Saber que eles estavam animados me deixava enlouquecida... Adoro dar tesão! Os olhos do Erick brilhavam não sei se de tesão, desejo ou paixão; apenas sei que ele gozou urrando e me empurrando contra seu (cacete) corpo.

- Nossa! Você é muito gostoso - eu suspirei
O Erick mordeu os lábios. Bebeu um gole de champagne e nós quatro nos olhamos. Ficamos alguns segundos em silêncio, apenas nos olhando. A Renata era uma safada, ficava com homens e mulheres, o Erick era seu parceiro há algum tempo e ela adorava dividi-lo e ser dividida... Eu me levantei nua, a lua brilhava na minha varanda e a noite tinha apenas começado. Os três me olhavam esperando o que eu faria.

- Sigam-me - eu indiquei o caminho do quarto.

Minha cama king size esperava branca e limpa por nossos corpos... Passamos uma noite inteira entre beijos, mãos, línguas e membros. Lembro da Renatinha sendo penetrada duplamente pelo Henrique e Erick (ainda não sou adepta, mas admiro quem é), me deliciei com a imagem. Dava pra ver nos olhos dela o tesão daquele momento. Os meninos então ficavam mais duros a cada penetração. Claro que não podia esquecer da chupada que ganhei do Henrique enquanto eu mesma chupava o Erick... Huum! Fico molhada só de me recordar...
Pela manhã, a Renata e o Erick já tinham ido embora; acordei (com fome) ao lado do Henrique...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

enfim, festa!


A 'animação' do Márcio me fez querer que a festinha chegasse logo. Mal podia esperar para ver os outros meninos, principalmente o Henrique. Separei um conjunto de langerie vermelho e preto, rendado e minúsculo. Vestida de vestido curto e de tecido leve quando fui bater na porta no Márcio já eram quase 11 horas da noite.

Qual não foi minha surpresa quando fui recebida na porta pelo Henrique; junto com seu sorriso encantador me deu um abraço mais que afetuoso, excitante... Entrei e já podia ver as duplas, trios e quartetos formados por todo o apartamento. Cumprimentei a todos. Os meninos eram lindos, alguns já conhecidos e outros doidos por me conhecer (e eu, conhecê-los). As meninas então, cada uma tinha uma beleza peculiar, algo lindo e único. O Márcio já estava agarrado a duas, sóbrio e excitado. Todos podiam enxergar nos olhos (e corpo) dele.

O Henrique se dirigiu até mim com duas taças de vinho tinto. Falamos coisas do dia-a-dia como as provas da faculdade e o novo emprego dele, mas o seu olhar passeava pelo meu corpo como pronto pra 'dar o bote' e eu me excitava toda com aquele jeito dele. Grande, forte e gostoso. Quando você olha pro Henrique são esses 3 adjetivos que passeam pela mente. Mas quando você conhece... (ui!) você passa a achar que seu vocabulário é limitadíssimo para os que ele merece. No nosso último encontro, faltou palavras e sobraram gemidos.

Enquanto ele me comia com os olhos, eu lembrava da festa em que ficamos. Que belas lembranças!

- No que você está pensando? - ele quis saber

- Nada - olhei em seus olhos

- Eu conheço esse teu 'nada' - mordeu os lábios

- Então por que não me tira daqui? - pedi

Ele me pegou pelo braço, me empurrou contra a porta da área de serviço e me beijou. Aquela sua língua... rija e gostosa! Logo senti seu pau ereto querendo pular pra fora da calça. O agarrei com minha mão enquanto as mãos do Henrique arrancavam minha calcinha... Abri a porta da área que dava acesso ao corredor, ao elevador de serviço e as escadas.

Puxei o Henrique pras escadas e o sentei no degrau, ele me olhava excitado, parecia faminto; estava ofegante e eu estava enlouquecendo de tesão. Ele tinha uma pegada forte, mas sem ser grosso. Me colocou no patamar (aquele degrau maior e mais largo) e acariciava meus seios e xana simultaneamente. Eu olhava em seus olhos cheios de desejo. E gemia baixinho. O Márcio era querido em todo o prédio, mas suas festas sempre geravam reclamações depois. E não seria eu que complicaria a situação do rapaz, ne?

Continuava a me controlar enquanto o Henrique controlava a situação; ele é do tipo de homem que gosta de dominar na cama e eu adoro a forma como ele me submete. E mete, como mete bem... colocou a camisinha rapidinho e logo começou a socar aquele cacete grande, grosso e gostoso. (Ui!) Eu continuava controlando meus gemidos, a adrenalina daquele momento nos deixava ainda mais excitados... a qualquer momento poderíamos ser pegos. E toda essa 'agonia' nos fez chegar ao orgasmo mais rápido. Assim como o Henrique e como o seu cacete, o clímax foi forte e gostoso! Suados, no chão da escadaria pedi:

- Pro meu apartamento!

- Já - ele me colocou de pé e entramos no elevador.