segunda-feira, 29 de setembro de 2008

S

Segunda é um dia tão preguiçoso, e nesse dia quase nunca vou a academia, prefiro dormir até tarde, me refazer do fim de semana que é geralmente bem agitado. Contudo, esta segunda era extremamente diferente... eu ainda sentia a boca do R. em seu passeio pelo meu corpo, e a minha vontade de repetir a dose estava a cada hora aumentando.

Cheguei na academia e lá estava ele, junto a outros alunos, dando as orientações. Eu o observei por alguns minutos, antes que ele pudesse perceber minha presença... nossa, depois daquelas horas juntos eu podia apreciá-lo mais profundamente. Lembrei do seu membro rijo entre as minhas pernas, nas minhas mãos e dentro de mim, huum... suspirei. Ele me viu. Acenei com a cabeça e segui para a sala das esteiras [lá também ficam as bicicletas e os outros aparelhos aeróbicos].

Não sei se por falta de costume, ou porque é assim mesmo; mas a academia estava com bem menos alunos naquela manhã. Nunca fico sozinha na sala das esteiras, geralmente tem algumas meninas [ou senhoras] com quem converso, mas desse vez ficamos só eu e o mp4.

Depois de pelo menos meia-hora na minha corridinha da manhã, eu vejo que o R. se aproximando... em apenas um segundo meu coração palpitou, minhas mãos tremerão, minhas pernas bambearam e minha buceta enxarcou. Diminui o ritmo da corrida e passei apenas a caminhar, já estava suada, ofegante, excitada... ele veio com seu sorriso encantador:

- Bom dia! - disse ele me olhando de cima a baixo, apreciando
- Bom dia, professor! - eu ainda estava ofegante, apesar do ritmo moderado da caminhada agora. Ele continuou me olhando, me saboreando com olhos, pronto pra me devorar...
- É... eu queria saber... - chegou mais perto, me olhou nos olhos, e como quem sussurra perguntou - vai ter volta?
Quase que caio da esteira, fiquei nervosa, excitada, ou sei lá o quê. Quando dei por mim, ele já tinha me tirado do aparelho...
- Tá nervosa? - ele perguntou rindo
Sorri - não, só estava desantenta...
- Huum, então eu lhe tiro a atenção?
- Certamente - eu respondi mordendo os lábios
- Então vai ter volta! - ele afirmou [com tanta certeza!]
- Certamente - eu olhei em seus olhos e sorri, ele me empurrou na parede. Pegou meu seios como se fosse colher uma fruta, desceu com as mãos sobre a minha bunda e me pressionou contra seu corpo. Com aquela minha roupa apertada, e aquela sua calça folgada, deu pra sentir muito bem o seu pau duro, latente fazendo pressão em minha xana quente. Ele insinuou um beijo, mas não beijou... eu enlouqueci.
- Você é muito gostosa! - ele disse mordendo os lábios, me apalpando a bunda
- Você que é... quando terei um dia livre seu? - perguntei sedenta de tesão
- Hoje, agora...
- Agora?
- Sim - me pressionou com aquele cacete latente
- Mas você está trabalhando... - eu disse suspirando
- Eita é... - ele parecia realmente sedento, mas sabia bem ser engraçado e gostoso ao mesmo tempo. Eu sorri e ele disse:
- Hoje largo ao meio-dia, posso te pegar ou te encontrar em algum lugar... - colocou a mão por dentro da minha calça, tocou-me a buceta.
- Huuum, minha casa - cogitei, mas pensando bem... - digo, você me pega na praça que tem na Av. Beira Rio, perto da minha casa.
- Certo - ele meteu o dedo e me beijou a nuca ainda suada
- Certo - suspirei, enquanto ele me masturbava bem ali. Que loucura! Pensei! Mas excepcionalmente deliciosa. Ouvimos alguém chegando e quando dei por mim já tinha pulado numa das bicletas, enquanto ele lia minha ficha. O zelador apareceu e avisou que alguns alunos estavam procurando pelo R. Antes de sair, me olhou e acenou com a cabeça.

Estava certa que a minha, digo, nossa loucura me renderia uma tarde muito gostosa.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

mãos, bocas e membros


As duas horas seguintes me renderam gratidão a meu querido cérebro, por minhas idéias mirabolantes; e um desejo desenfreado de repetir a dose. Ainda não sabia bem como seria vê-lo de novo na academia, mas por hora não era em nada disso que queria pensar; aliás, pensar em nada, era isso que queria... desfrutar daquele corpo delicioso, daquela boca que não cansava de passear por meu corpo e sentir o prazer que o membro dele causava dentro de mim, era apenas o que queria.
Suas mãos percorrendo minhas pernas e bunda enquanto eu, deitada, de bruços sentia sua boca em minhas costas e ombros... ele me apertava com força e doçura, algo que jamais senti, delicioso. Desceu com a boca até minha bunda e ficou beijando e mordiscando-a, enquanto isso colocou seus dois dedos em minha buceta, me fazendo enlouquecer com aqueles movimentos. Conseguia tirar de mim mais que suspiros, mas pedidos claros de prazer:
- Vem R.!
- Quer gostosa? - Ele me perguntou com aquele olhar...
- Huuum - mordi os lábios - Quero!
- Então toma!
Ele, rapidamente, me virou e colocou aquele cacete entre minhas pernas todo de uma vez. Eu fui as alturas e ele continuou, com força, mas com aquele olhar singelo sobre mim... confesso o quanto de controle precisei para não tascar-lhe um beijo na boca. Ele era o amante perfeito, forte e doce ao mesmo tempo. Gostoso! Eu mal podia esperar uma próxima vez... Já estavamos mais uma vez perto do gozo pleno e dessa última vez foi ainda melhor, eu senti o fogo do desejo e prazer nos olhos dele, e em como seu corpo transpirava sobre mim. Sentia o quanto ele estava perto de gozar, mas em mim ainda faltava um pouquinho mais... ele continuou com seus movimentos, com aquele cacete enfurecido dentro de mim, no vai e vem delicioso que ele tem, chegou ao clímax com um suspiro gritado; e quando dei por mim lá estava ele, lá embaixo, me chupando... ele sentiu muito bem que eu ainda não tinha gozado e me fez experimentar um gozo sem igual, com alguns segundos da sua língua e boca lá na minha xana eu gozei e ele provou (e aprovou) do meu fluído...
- Você é toda deliciosa! - ele disse lambuzado
Eu apenas o olhei com desejo e ele me beijou a boceta, como se estivesse beijando uma boca... delícia! As duas horas, que faltavam, já estavam acabando... e ele me perguntou:
- Vai ter volta?
- Não sei, mas... - fiquei no suspense, ele, nu (lindo!), me olhou com aquele olhar tão doce, como quase pedindo um doce, mas continuei no suspense. Paguei, e nos depedimos.
Na segunda-feira...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

...

Confesso! Eu já estava encharcada de tesão quando ele em meio a bocas, mãos e membros desabotoou minha calça. Ele a jogou longe e a vi voar pelo ar assim como alguns pudores dos quais ainda não tinha me livrado... Lá estava eu, desesperada de desejo enquanto ele descia com seus lábios pelo meio das minhas pernas; abocanhou minha xana (quente!) como uma manga madura (por vezes não entendo minha fixação nas frutas, porém não consigo descrever de outro jeito... elas, assim como o sexo, nos saciam se desgustadas com desejo). Ainda por cima da pequena calcinha rendada ele sentia o fogo queimando naquela parte do meu corpo. Eu, no auge do "querer" quis tirar a langerie, mas ele me impediu,, segurou minhas mãos enquanto puxava a calcinha com os dentes (suspiro!). Pobre de mim! Mal sabia sobre a lingua, boca e dentes que me aguardavam...
- Deliciosa! - Ele exclamou ao me ver (e sentir) tão molhada. Eu só conseguia suspirar, apenas palavras monossilábicas saiam da minha garganta e quanto mais gemidos ele extraia do meu íntimo, mais animado o rapaz ficava. Ele me chupou com tanto desejo que parecia extrair de mim o elixir do prazer...
- Aaah - eu suspirei, o passear de sua língua e lábios por minha xana estavam me deixando enlouquecida. Ele sugava com destreza meu grelo e enfiava fundo aquela língua rija e molhada (delícia!), sentia que não faltava muito até que eu gozasse, estava explodindo de tesão e então... ele parou. Eu disse: - Não pára! - como criança que pede um doce, mas ele me respondeu: - Quero dar a você um gozo que jamais teve...
E eu calei. Voltei as monossílabas... ele, já com a camisinha, penetrou em mim com aquele seu pau grosso (não era grande, acho que aquele tamanho tá na média do brasileiro, mas vamos ao que interessa...). Ele foi fundo, e eu sentia cada centimetro de prazer que aquele cacete podia me dar. Podia ver nos olhos do R. o quanto louco de tesão ele também estava e aquilo me deixou maluca. Ele ia e vinha dentro da minha buceta e eu apenas conseguia suspirar de prazer, quanto mais eu gemia, mais louco ele ficava e eu fazia questão de enlouquecê-lo... delicioso! Mais uma vez, comecei a sentir que estava perto do meu auge, e pelo olhar dele sentia que não demoraria muito pra ele gozar também. Foi aí que ele começou a fazer movimentos circulares com aquele cacete dentro de mim... - Huuum, não pára! - Eu pedi de novo, e ele atendeu. Me olhava nos olhos como se quisesse ver o quanto eu pegava fogo, confesso que nessa hora me deu vontade de puxá-lo e beijá-lo na boca, mas rapidamente lembrei das "regrinhas" que vieram no email; mas continuei olhando pra os olhos daquele moreno gostoso, e me deliciando com aquela gostosura de momento, de prazer, de desejo, de tesão... de gozo. Nunca tinha acontecido comigo até então, mas naquele momento gozamos juntos e eu pude ouvir muito bem o gemido do meu instrutor sobre mim. Ofegantes, nos olhamos e ele ficou sobre mim alguns instantes, me beijou pescoço, suado; beijei seu queixo e o senti salgado entre meus lábios.
- Nossa! - eu disse ainda ofegante e com ele sobre mim
- O que foi? - me perguntou com um olhar de menino
- Você é bem mais do que esperava... - eu disse suspirando.
Ele me olhou nos olhos e falou bem de perto: - Que bom, mas ainda faltam duas horas. Quero te dar muito mais...